Assessor não pode ser puxa-saco.

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Por João Zisman – A grande maioria das pessoas que assessoram os deputados distritais atua de forma exemplar, desempenhando com dedicação e profissionalismo as mais variadas funções em um gabinete parlamentar.
É evidente que a proximidade diária com o parlamentar, favorece e intensifica  a identificação ideológica e partidária entre assessor e deputado, mesmo para aqueles funcionários que não tenham sido oriundos da campanha ou até mesmo àqueles pertencentes ao quadro efetivo da Casa.

A convivência parlamentar sempre foi cordial e serena entre os pares, salvo no calor dos discursos, o que por sua vez é natural e salutar no embate de idéias, desde que preservados o respeito pessoal, o decoro parlamentar  e a civilidade humana.
Aos assessores, sobretudo aqueles que lidam com a imprensa, cabe a difícil missão de bem divulgar a atuação de seu parlamentar, bem como submeter a uma apurada análise das críticas e notícias que atinjam o desempenho e/ou o mal uso do mandato por seu parlamentar. Para tanto, o trabalho eficiente requer do assessor, apenas o envolvimento com a notícia e os seus desdobramentos.
O péssimo assessor ou assessora,  é aquele ou aquela que aborda jornalistas despudoradamente para agredi-los verbalmente, descendo ao nível de xeleléus, bajuladores, babões, lambe botas, puxa-sacos…..
Nós, que fazemos a imprensa livre e independente de Brasília, estaremos sempre VIGILANTES a qualquer tentativa, por parte de quem quer que seja, no sentido de constranger, desrespeitar ou agredir nossos colegas.
Não relaxaremos com nosso compromisso em noticiar. Doa a quem doer.

*Em desagravo a Odir Ribeiro

Fonte: Blog do Odir

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