Bancada governista grande demais.

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Críticos do próprio PT passaram a atribuir ao secretário de Governo, Paulo Tadeu (foto), a concepção estratégica de se reduzir ao máximo a oposição na Câmara Legislativa. A maioria de Agnelo Queiroz tornou-se, efetivamente, a mais ampla já registrada na Câmara Legislativa. Em tese, o governo conta com 21 distritais, enquanto se contabilizam apenas três oposicionistas. Mesmo assim, as más línguas insistem em dizer que a situação tem 21 distritais inteiros e dois meios. 
Meio a meio não dá

Ninguém acharia confortável uma situação como a vivida pelo então governador Cristovam Buarque, forçado a conviver com uma Câmara dividida praticamente ao meio. Só negociações pontuais permitiam-lhe obter maioria nessa época. Joaquim Roriz enfrentava oposição aguerrida, centrada nos petistas, mas sempre teve maioria, ainda que em margens inferiores às de Agnelo. Só no final do segundo mandato sofreu um susto. José Roberto Arruda fez de tudo para obter frente mais ampla. Mesmo assim, nada que se comparasse à atual.
Inflacionar o mercado

O problema, claro, está no custo. Todo mundo, no Distrito Federal e fora dele, sabe que obter adesões frequentemente implica concessões de natureza político-partidária. Significa também arbitrar espaços entre os próprios distritais. As cobranças costumam ainda aumentar à medida em que se aproximam os períodos eleitorais. 
Coluna “Do alto da torre”.

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