Bolsa escola virou programa mundial.

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Em viagem aos Estados Unidos, para participar de um seminário na Universidade Brown, o senador brasiliense Cristovam Buarque surpreendeu-se a ver, em animação, um mapa da Bolsa Escola. A iniciativa estendeu-se para todo o mundo. “Fiquei  com a convicção de que há hoje uma consciência universal de sua irreversibilidade”, conta Cristovam.


Do Brasil para toda parte

De acordo com o senador, o mapa coloca Brasília como o ponto de partida da bolsa, mostra como foi implementada no México, ocupou o Brasil inteiro, ganhou outros países da América Latina, chegou à África e espalhou-se até entre nações desenvolvidas.
Ironias da vida

Cristovam comentou com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso o que considera uma ironia. A Bolsa Escola começou em Brasília e foi adotada por Fernando Henrique, mas acabou associada mesmo a Luiz Inácio Lula da Silva. Chegaram à conclusão de que isso se deve não apenas à demora na implementação – FHC só a acolheu em seu segundo governo – mas também  à mercadologia. Lula não apenas exibiu a Bolsa Família ao máximo como usou a marca. Ganhou.
Rejeição original

Mais ironia. Cristovam lembra que tentou vender a ideia da Bolsa Escola a Lula em 1990. À essa época, derrotado pouco antes em sua primeira aventura presidencial, Lula imaginava a criação do chamado Governo Paralelo. Cristovam, que coordenava a área de educação, lhe expôs a Bolsa Escola. Lula rejeitou.

Do alto da torre.

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