Brasília terá banco de sêmen para combater crimes sexuais.

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

Lei do deputado Dr. Michel fecha o cerco aos estupradoresLei do deputado Dr. Michel fecha o cerco aos estupradores

Por Odir Ribeiro- Somente em janeiro de 2012, foram registrados 66 casos de estupro no Distrito Federal. Uma média superior a dois por dia. Entre as vítimas, adolescentes que têm o futuro amoroso ameaçado pelo peso da vergonha de um crime hediondo.

Até agora, por uma série de circunstâncias, os criminosos são difíceis de localizar. Mas esse quadro vai mudar. É que a Câmara Legislativa aprovou projeto de lei que cria na capital da República o Banco de DNA de Vítimas e Autores de Crimes Sexuais.
A paternidade da matéria, que segue para a sanção do governador Agnelo Queiroz, é do deputado Dr. Michel (PSL). O parlamentar, delegado aposentado com quase 30 anos de atividade, entende que a iniciativa vai coibir ataques e facilitar a prisão dos criminosos.
O banco, pioneiro no Brasil, segue os moldes dos laboratórios dos peritos da polícia que apura crimes sexuais nos Estados Unidos. Será coletado e arquivado todo material biológico como prova do crime, a exemplo de esperma, cabelo, sangue, saliva, fragmentos de pele e pelos.
– Um acervo de informações que ajudará muito na elucidação dos crimes, revela o deputado.
Esse material será armazenado no banco de DNA para comparações com o material genético de criminosos que já tenham sido reconhecidos por outras vítimas. “A prova pelo DNA é contundente e irrefutável”, afirma Dr. Michel.
A lei se transformará em importante ferramenta para a Polícia Civil do Distrito Federal no combate a este tipo de crime hediondo.
Notibras, o parlamentar justificou o projeto.
– Estamos cansados de criminosos ganharem liberdade pela ausência de provas. Era uma situação que se repetia com frequência quando eu estava em atividade e está na hora de virarmos o jogo, disse.
A partir desse banco de dados, segundo o deputado, a polícia terá elementos suficientes para uma rápida e segura identificação do autor do crime. A tendência, segundo Dr. Michel, é que os criminosos sexuais sejam reincidentes e, nesses casos, ao comparar os materiais colhidos das vítimas se poderá concluir, sem engano, o autor dos crimes.
Para as vítimas, o parlamentar lembra que a orientação da polícia é para que não tome banho e acionar a polícia, preferencialmente uma unidade da Delegacia da Mulher onde existe esse tipo de atendimento especializado. A roupa usada no momento do ataque deve ser preservada.

Fonte: Blog do Odir / Notibras

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: