Brasilienses contra a homofobia nas escolas.

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
Cerca de 30 mil pessoas participaram da manifestação no
Eixão Sul

As pistas do Eixão Sul foram tomadas na tarde de ontem (18) por mais de
30 mil pessoas, que marcaram presença na 14ª edição da Parada do
Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transgêneros) de
Brasília . Cinco trios elétricos foram responsáveis por conduzir a
multidão, que se estendia por toda a via. Neste ano, o tema do evento
foi “Reprovar a Homofobia, Lição de Cidadania”, combatendo a prática de
ódio com foco nas escolas. O objetivo foi chamar a atenção ao bullying
cometido contra os homossexuais nas instituições de ensino.


Para o coordenador da Parada Gay em Brasília, Welton Trindade, mostrar
para o poder público os problemas de diversos homossexuais nas escolas
com o bullying é uma prioridade que deveria ser discutida amplamente na
sociedade brasileira. “Queremos reivindicar mais políticas públicas de
instrumento para o combate a homofobia, como o kit Escola sem
Homofobia”, apontou Trindade. “Ensinar nas escolas sobre diversidade é
fundamental nesses casos. Temos que unir todos na discussão, desde
professores a alunos e seus pais, para mostrar também que eles tem o
direito de denunciar quando se sentirem vítimas de preconceito”,
ressaltou.

A concentração dos participantes começou por volta das 14h na 112 Sul.
Depois das 17h, o grupo percorreu o Eixão Sul até a Rodoviária do Plano
Piloto, tendo como última parada o canteiro central do Museu da
República. Diversas entidades, incluindo representantes do GDF,
deputados, sindicatos e organizações não governamentais estavam apoiando
a marcha. Entre eles entidade Estruturação, o Sindicato dos Professores
do Distrito Federal (Simpro-DF) e a recém criada Coordenação da
Diversidade Sexual, da Secretaria de Justiça.

Segundo Michel Platini, um dos organizadores da parada e presidente da
Estruturação, além do combate a homofobia, a parada desse ano também
comemorou decisões da Justiça, como o reconhecimento no Supremo Tribunal
Federal (STF) da união estável homoafetiva. “Apesar de tratarmos de
vários pontos diferentes, no final todos são em prol da comunidade
LGBT”, contou. Também foi levantado por integrantes da marcha a
discussão do Projeto de Lei 122/2006, que propõe a criminalização da
homofobia.

Saiba mais


No Distrito Federal, uma parceria entre a organização não governamental
Estruturação e o Sindicato dos Professores pretende capacitar os
educadores para discutir a questão da homofobia nas escolas. O projeto
ainda está em fase de estudos.

 

Jornal Alô.

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: