Buriti entra na fase do pós-CPI.

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Após seu depoimento, o governador Agnelo Queiroz já determinou à equipe entrar na fase pós-CPI. Seus advogados acreditam que passou a etapa mais complicada da tormenta política desencadeada pelos grampos do Cachoeira e pelas acusações abordadas durante a sessão. Há a denúncia da Procuradoria-Geral da República, que terá andamento normal no Judiciário. Do ponto de vista formal, não fica, depois do comparecimento à CPI, mais qualquer outra questão pendente. A ordem é retornar às atividades administrativas.


Hora de reestruturar o governo

Ex-secretário de Governo e hoje deputado federal, Paulo Tadeu (foto) resume: é hora de fazer um balanço político e entrar em uma nova fase do governo. Isso significará “uma reestruturação política e administrativa”. Sim, poderá haver troca de nomes e uma reacomodação das forças partidárias que apoiam Agnelo.  Paulo Tadeu acompanhou todo o depoimento na sala da CPI.
Mais  perto da rua
Não por acaso, o chefe da Casa Civil, Swedenberger Barbosa, reuniu ontem em um café da manhã, antes do depoimento, uma série de figuras do primeiro escalão do GDF. Fez exposição detalhada sobre uma reorganização que começará pelas administrações regionais. Contou para isso com assessoria de uma equipe de técnicos trazidos do Governo Federal. Atendendo a uma antiga ideia de Agnelo, avisou que haverá cobrança de medidas efetivas. O ex-secretário Paulo Tadeu completa: “É a hora de colocar o governo mais perto da rua”.
Cola oposicionista

Não foram só distritais aliados de Agnelo que se mobilizaram durante o depoimento na CPI. A oposicionista Celina Leão também trabalhou. Foi ela, por exemplo, quem soprou a um deputado tucano que o sigilo fiscal e bancário do governador já estava quebrado mesmo antes de sua declaração nesse sentido. Passou todo o depoimento sentadinha no meio das bancadas de parlamentares federais.

Trabalhando em bloco

Pelo menos por duas vezes os distritais que foram à CPI – os primeiros a chegar foram Joe Valle, Benedito Domingos e Raad Massouh – penduraram-se ao telefone para chamar os ausentes.
Defesa de Cláudio Monteiro

O governador fez questão de dizer à CPI que confia em seu ex-chefe de gabinete Cláudio Monteiro e que não tem conhecimento se houve por parte de Monteiro algum tipo de favorecimento à Delta Construções. Hoje afastado para apuração das acusações, o ex-chefe de gabinete foi apenas mencionado em diálogos entre Cachoeira e sua turma. Ele próprio nunca aparece em gravações, destacou Agnelo.

Do alto da torre.


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