“Busdoor”: por que tem que ser assim?

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Está rodeada de mistério a tramitação na Câmara Legislativa do DF de um projeto de lei de autoria do deputado distrital Dr. Michel (PEN), que muda as regras do uso de mídia conhecida como “Busdoor” nos ônibus do sistema de transporte coletivo do Distrito Federal.

O parlamentar argumenta que o GDF, que “libera” as concessões, não deve pagar pela publicidade de serviços públicos na frota, já que as empresas têm a permissão apenas para explorar o transporte de passageiros e não de publicidade.

O deputado distrital Dr. Michel explica que a exploração desse serviço tornou-se um negócio extremamente lucrativo para algumas empresas. “Existem denúncias que dão conta de uma orientação para que a mídia em “Busdoor” seja carregada.” Dentro de tal estratégia, “integrantes do GDF estão interessadíssimos neste tipo de mídia.” 
O relator do projeto de lei é o deputado distrital Rôney Nemer (PMDB) que, juntamente com o colega Aylton Gomes (PR), foram condenados a devolver alguns milhões de reais aos cofres públicos do Distrito Federal e tiveram os direitos políticos suspensos por dez anos. Ambos são acusados de improbidade administrativa pelo suposto envolvimento no recebimento de propina no processo que ficou conhecido como “Caixa de Pandora”, em 2009, a denúncia é do MPDFT (Ministério Público do Distrito Federal e Territórios).
Da condenação ainda cabe recurso.

Estação da notícia com informações do Edson Sombra

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