Cadeira de deputado cassado com salário de R$ 24 mil, já é disputada.

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram
tatu-do-bemA cadeira do deputado Raad Massouh (PPL) na Câmara Legislativa mal desocupou e dois já brigam para sentar nela. Além do suplente Paulo Roriz (PP), Hamilton Teixeira dos Santos (DEM) quer o novo assento. Ele protocolou hoje um pedido na Casa alegando ter direito ao mandato deixado por Raad devido as trocas de partido de Roriz, que era DEM, trocou pelo PEN e depois virou  PP.
O presidente do DEM no DF, Alberto Fraga, também não perdeu tempo. Requereu hoje também na Câmara o pedido para que o partido, representado por Hamilton, fique com a vaga. Raad deve deixar a Câmara em breve. Se não houver tempo hábil para o Diário Oficial da Câmara trazer a redação final na edição de amanhã, a cassação será publicada no mais tardar na sexta-feira (1º de novembro).
Para conseguir a vaga, o candidato de Samambaia conhecido como Tatu do bem – que teve 3.170 votos – terá que enfrentar batalhas judiciais. Mas Fraga está disposto a encarar a briga. Baseado no Supremo Tribunal Federal (STF) analisa que mandatos conquistados em eleições proporcionais (vereadores, deputados estaduais e federais) pertencem aos partidos e não aos políticos eleitos.
Prisão

A situação do deputado cassado Raad Massouh em relação ao processo que sofre por desvio de dinheiro de emenda parlamentar fica mais delicado com a perda do mandato. Raad perdeu a prerrogativa de foro e o processo dele desce para a primeira instância. Com isso, as chances de uma possível prisão ser decretada são enormes caso o Ministério Público faça o pedido.
A saída do parlamentar também deixa mais vulnerável o presidente do PPL, o diretor do DFTrans, Marco Antônio Campanella, flagrado listando os apoiadores do governador Agnelo Queiroz na Câmara durante a cassação. Raad é padrinho de casamento de Campanella e ambos sempre andam juntos. Campanella até acompanhou o amigo parlamentar nas visitas a gabinetes para pedir “considerações” antes da votação.
 Por: / Claudio Humberto

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: