Carateca medalhista de Ceilândia busca patrocínio

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A jovem carateca Mariana Carvalho, de dez anos, tem um sonho: tornar-se reconhecida mundialmente pelo esporte. Em busca de alcançar seu objetivo, ela treina arduamente e já participou de vários campeonatos.

São 14 medalhas conquistadas em apenas dois anos que pratica a arte marcial japonesa. Mas o esforço vai além dos treinos. Mariana precisa de patrocínio para garantir a participação nas competições que estão por vir.

A atleta vem se destacando e já competiu fora do País. Em novembro de 2011, no Pan-Americano de Artes Marciais, garantiu duas medalhas, de ouro e prata. As vitórias proporcionaram uma vaga no mundial, que acontece no Chile em novembro, e a classificaram também para o Pan-Americano da modalidade, que será em 2013, no Brasil.
O campeonato aconteceu em Mar Del Plata, na Argentina. Para conseguir viajar, Mariana e seu treinador, Marcelo Souza, buscaram ajuda. A tia da jovem comprou as passagens, e o restante das despesas foi pago com dinheiro arrecadado por meio de rifas e outras contribuições em dinheiro.
Para que o sonho de competir novamente fora do País se torne real, a aluna da Escola Classe 31 de Ceilândia precisa de patrocínio fixo e apoio. A família da jovem não tem condições de pagar a viagem.
Marcelo diz que procurou a Secretaria de Esportes, mas ainda não obteve resposta. “Mandei a documentação da Mariana para o programa Compete Brasília, pelo qual eles dão só a passagem. Mas ainda não responderam”, lamenta.
A assistente administrativa Endy Carvalho, mãe de Mariana, incentiva a carateca e gosta de vê-la dedicada a um esporte. “Qualquer ajuda é muito bem-vinda”, pede.
Rotina

A rotina da estudante é intensa. De manhã, três vezes por semana, Mariana treina na escola, e estuda à tarde. Marcelo observa que o desempenho da jovem melhorou depois que começou a praticar o esporte. “As notas não eram tão boas, mas depois que começou com o caratê, têm melhorado”, conta.

A correria não impede a carateca de se dedicar aos estudos. A menina garante que está atenta e sabe que não pode fazer feio. “O caratê acaba me incentivado muito, porque se eu tirar notas baixas, não vou poder participar das aulas”, diz Mariana, garantindo que também melhorou o comportamento dentro de sala.
Correio do Brasil

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