Ceam de Ceilândia deve ser inaugurado dia 26 de junho.

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Com um total de 2.315 casos registrados só em 2013, Ceilândia é a região administrativa com maior índice de violência doméstica no DF. E esse é o principal motivo para a inauguração do Centro Especializado de Atendimento à Mulher (Ceam) na cidade, que deve ocorrer no dia 26 de junho.
A informação é da gerente dos Ceam, Karla Valente. Segundo ela, o Ceam de Ceilândia deve manter a média de atendimento do centro especializado de Planaltina, inaugurado em janeiro, que atende aproximadamente 90 mulheres por dia.

Karla explica que os centros servem não apenas para atender as mulheres em situação de violência, mas também atuam na prevenção por meio de informações sobre os direitos femininos.
“A expectativa para inauguração do Ceam de Ceilândia é muito grande justamente pelo alto índice de violência doméstica registrado na cidade. O Ceam tem essa possibilidade de acolhimento que as mulheres precisam”, acrescenta ela.
A reforma no prédio que abrigará o Ceam de Ceilândia começou em outubro de 2013. Depois de uma pausa em dezembro, as obras foram retomadas em abril e estão em fase de conclusão. A parte hidráulica e elétrica estão finalizadas, faltando apenas o encaixe dos telhados e detalhes de acabamento como pintura e cerâmica.
Além do Ceam de Ceilândia, serão abertos outros dois centros ainda neste ano – um no Gama e outro em Samambaia. As obras de reforma dos prédios vão começar em junho. A inauguração está prevista para o segundo semestre.
Além do Ceam de Planaltina, a Secretaria da Mulher mantém, no momento, dois outros centros especializados – um na estação 102 Sul do Metrô e outro no SIA.
O que é – Os Centros Especializados de Atendimento à Mulher são espaços de acolhimento e atenção psicológica, jurídica e social. Neles, as mulheres são orientadas sobre como proceder diante de situação de violência.
Os profissionais que atuam nos Ceam são capacitados para dar todo o apoio às mulheres nos momentos de fragilidade. Os centros atendem pessoalmente ou por telefone. 


No caso presencial, a mulher é recebida em sessões individuais com orientações e encaminhamento a outras instituições, de acordo com cada situação.

São feitas ainda visitas domiciliares e/ou institucionais e procura-se estimular a participação da mulher em eventos, palestras e reuniões técnicas. Todos esses atendimentos buscam pôr fim ao ciclo de violência, evitando a ocorrência de futuras agressões.

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