Ceilândia e a calamidade cultural.

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Ceilândia vive uma situação de calamidade cultural, sustentada pela força de pouco que ainda acreditam em seu próprio trabalho realizando que, com muito suor, ainda não abandonaram esta vontade de fazer essa movimentação. Dessa forma entidades tradicionais estão fechando suas portas, estão vivendo de migalhas e de fazer favores intermináveis a quem deveria, de forma colaborativa, trazer novas alternativas de fortalecimentos aos trabalhos, onde o Estado propõe parcerias com quem tem a mão de obra (Ongs) e depois carrega os méritos sozinho, e se vangloriam em seus 5 minutos de discurso aos microfones. 

Trabalhos extraordinários são realizados em Ceilândia, sem 1 Real se quer, com mão de obra qualificada, demanda em cima das metas e trabalho consolidado e esses não conseguem, sequer, a presença do Museu Itinerante Antidrogas, porque já está agendado por muito tempo com a Agenda de Auto Promoção do GDF.

Aí o Movimento Cultural de Ceilândia tem que apresentar propostas para agir como o Estado deveria agir?

Respeitosamente, a Cultura de Ceilândia faz coisas impossíveis na Cidade, pois se dependessem do Estado, seja ele Administração, Secretarias, enfim GDF em geral, os representantes culturais seriam pedintes nas portas de gabinetes de Deputados. 

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