Ceilândia: Grafite como arte e superação

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“O grafite me deu olhos, antes eu não via nada”, diz jovem de Ceilândia 



Os grafites na QNM 21, em Ceilândia, foram feitos para a Copa das Confederações e devem durar até a Copa do Mundo: cores fortes
em muros antes toscos e monótonos. Só havia uma chance para Leandro
Tayllon e ele só tinha 16 anos quando ficou frente a frente com este
dilema: ou saía fora rapidinho da vida que estava levando ou estaria ou
morto ou preso ou…








Fonte: Correio Braziliense / ACIC

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