Centros de Referência de Imunobiológicos oferecem vacinação para pacientes especiais.

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Pacientes com Síndrome de Down, crianças imunodeprimidas (com deficiência imunológica congênita ou adquirida), transplantados, vítimas de abuso sexual, pessoas com hepatopatias crônicas, portadores de hepatite C, Aids, entre outras doenças, podem contar com o atendimento dos Centros de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie), da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF), que oferece vacinação nas regionais de saúde.

O Centro de Referência de Imunobiológicos visa imunizar pacientes que apresentam um quadro clínico específico, isto é, o indivíduo que, por suscetibilidade aumentada às doenças ou risco de complicações, necessita receber imunização especial.
“Os grupos de pacientes que estão na lista de indicações devem estar cientes do atendimento dos centros. É importante que os profissionais de Saúde fiquem atentos a esses grupos de pessoas que precisam de um cuidado especial. Um paciente, por exemplo, com Hepatite C, se não for imunizado contra a Hepatite A, pode contrair a Hepatite de um modo mais forte e agudo e sofrerá mais com a doença. Por isso, é importantíssimo esse acompanhamento”, explicou Ana Maria Rocha, Coordenadora do Centro de Referência da Diretoria de Vigilância Epidemiológica da SES/DF.
Vacinas – As vacinas são BCG + Hepatite B, Meningocócica, Febre Amarela, Tríplice bacteriana, Poliomielite, Tetra Viral, Poliomielite, Rotavírus Humano, Penta (DTP/Hib/Hep.B), Hepatite B, Hepatite A, Influenza + Pneumocócica 23 valente.
Centros – Os centros oficiais de atendimento estão localizados nas regionais da Asa Norte; Ceilândia, Taguatinga e Asa Sul. O atendimento diário é de 20 a 30 pessoas, em média. As regionais do Gama, Sobradinho e Planaltina também têm salas para atendimento de pacientes no Crie.
Atendimento – Para ser atendido, o paciente poderá se dirigir, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30 e das 13h30 às 17h30, aos ambulatórios de qualquer unidade de atendimento: Asa Norte, Ceilândia, Taguatinga, Asa Sul, Gama, Sobradinho e Planaltina.
É importante levar o cartão de vacina e o relatório médico, para comprovação da doença.
Orientações no atendimento

-O cartão de vacina não pode ser amassado, sujo ou perdido, ele deverá ser valorizado como documento oficial e ser levado à unidade de saúde sempre que houver a necessidade de vacinação.
-Por se tratar de serviço especializado, o tempo de atendimento no Crie poderá ser maior que em sala de vacinação devido à necessidade de cada paciente. Além disso, o profissional realiza triagem clínica em cada indivíduo para promover a imunização mais adequada.

Agência Brasília

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