Cerca de 100 homens da Força Nacional chegam a Brasília em 15 dias

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Força Nacional vai auxiliar no combate ao tráfico de drogas e roubo com restrição de liberdade


Sitiar o Distrito Federal e fechar as principais rotas de fuga para autores do chamado sequestro relâmpago e traficantes baseados em cidades da Região Metropolitana do Distrito Federal será a principal missão da Força Nacional de Segurança (FNS), que chegará ao DF em um prazo de 15 dias. Cerca de 100 homens serão responsáveis por barreiras fixas montadas em pontos estratégicos. A tropa deverá ficar em terras brasilienses por um prazo mínimo de três meses, com possibilidade de prorrogação definida pelo Ministério da Justiça.


A Força irá atuar em pontos específicos previamente mapeados pela Secretaria de Segurança do DF em análises criminais. Os estudos identificaram que rodovias federais como a BR-040, que liga o DF a Valparaíso (GO) e BR-020, que liga Sobradinho a Formosa, são algumas das vias mais usadas por autores de roubos com restrição de liberdade da vítima. A Força poderá  evitar que criminosos deixem o DF com os veículos roubados e os levem para pontos de desmanche localizados em municípios como Águas Lindas e Luziânia.

Os militares da FNS serão orientados por levantamentos de inteligência policial feitos pela Secretária de Segurança quando o assunto for o combate ao tráfico de drogas. Bloquear a entrada de drogas e enfraquecer os traficantes que atuam em cidades como Ceilândia e Samambaia é outra meta que será traçada para a FNS. Segundo o secretário de segurança pública, Sandro Avelar, a tropa será um reforço no combate a duas das naturezas criminais que mais preocupam. “Toda ajuda é bem vinda e vamos contar com a ajuda da Força para reduzir ainda mais os índices criminais, principalmente do roubo com restrição de liberdade da vítima e dos casos de tráfico de drogas”, afirmou o secretário.

Avelar destacou, ainda, que a FNS não terá envolvimento com o policiamento ostensivo – que continua a cargo da Polícia Militar – e sim com a fiscalização apenas nas rodovias e estradas vicinais que podem ser usadas por criminosos. “O planejamento e a execução das operações que sempre foram desencadeadas pela nossa Polícia Militar não muda, mesmo com a chegada da Força Nacional. A PM permanece com a mesma competência e com suas atribuições normais”, explicou o secretário.    Força Nacional vai auxiliar no combate ao tráfico de drogas e roubo com restrição de liberdade


Sitiar o Distrito Federal e fechar as principais rotas de fuga para autores do chamado sequestro relâmpago e traficantes baseados em cidades da Região Metropolitana do Distrito Federal será a principal missão da Força Nacional de Segurança (FNS), que chegará ao DF em um prazo de 15 dias. Cerca de 100 homens serão responsáveis por barreiras fixas montadas em pontos estratégicos. A tropa deverá ficar em terras brasilienses por um prazo mínimo de três meses, com possibilidade de prorrogação definida pelo Ministério da Justiça.

A Força irá atuar em pontos específicos previamente mapeados pela Secretaria de Segurança do DF em análises criminais. Os estudos identificaram que rodovias federais como a BR-040, que liga o DF a Valparaíso (GO) e BR-020, que liga Sobradinho a Formosa, são algumas das vias mais usadas por autores de roubos com restrição de liberdade da vítima. A Força poderá  evitar que criminosos deixem o DF com os veículos roubados e os levem para pontos de desmanche localizados em municípios como Águas Lindas e Luziânia.

Os militares da FNS serão orientados por levantamentos de inteligência policial feitos pela Secretária de Segurança quando o assunto for o combate ao tráfico de drogas. Bloquear a entrada de drogas e enfraquecer os traficantes que atuam em cidades como Ceilândia e Samambaia é outra meta que será traçada para a FNS. Segundo o secretário de segurança pública, Sandro Avelar, a tropa será um reforço no combate a duas das naturezas criminais que mais preocupam. “Toda ajuda é bem vinda e vamos contar com a ajuda da Força para reduzir ainda mais os índices criminais, principalmente do roubo com restrição de liberdade da vítima e dos casos de tráfico de drogas”, afirmou o secretário.

Avelar destacou, ainda, que a FNS não terá envolvimento com o policiamento ostensivo – que continua a cargo da Polícia Militar – e sim com a fiscalização apenas nas rodovias e estradas vicinais que podem ser usadas por criminosos. “O planejamento e a execução das operações que sempre foram desencadeadas pela nossa Polícia Militar não muda, mesmo com a chegada da Força Nacional. A PM permanece com a mesma competência e com suas atribuições normais”, explicou o secretário.    

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