Cerco apertado aos pandoristas do DF.

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Dois personagens envolvidos na Operação Caixa de Pandora decidem seus destinos políticos no Tribunal de Justiça do Distrito Federal. O primeiro é o ex-deputado distrital Rogério Ulysses, que se preparava para disputar novamente uma vaga na Câmara Legislativa. O outro é o deputado distrital Aylton Gomes (PT), que vai à reeleição, e conseguiu protelar seu julgamento. Ulysses ficou fora da disputa.

A 6ª Turma Cível deu parcial provimento ao recurso do ex-deputado, reduzindo as penas da sentença da primeira instância. O ex-deputado foi condenado a perda de bens ou valores acrescidos ilicitamente ao seu patrimônio no valor de R$ 60 mil, a suspensão dos direitos políticos por 8 anos, a pagar R$ 180 mil de multa civil correspondente a 3 vezes o valor do dano, proibição de contratar com o poder público por 10 anos e a pagar R$ 20 mil por danos morais.


Ulysses

O ex-deputado do PSB foi investigado pela operação da Polícia Federal denominada Caixa de Pandora. Rogério foi acusado do crime de improbidade administrativa por meio de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do DF.

Aylton Gomes

Ao contrário de Ulysses que foi afastado da política, Aylton Gomes está plena atividade na Câmara Legislativa. Ocupa um cargo na Mesa Diretora da Casa desde o início da Legislatura. É um sobrevivente da operação Caixa de Pandora. Por enquanto.

TJDFT em cima

Aylton conseguiu uma vitória na luta para escapar de uma condenação que o tire da política. Sob a alegação de não conhecer o termo de delação premiada de Durval Barbosa, a defesa de Aylton conseguiu adiou o julgamento do recurso de seu cliente.
Mais cinco dias
A sessão estava marcada para a quarta-feira, na 3ª Turma Cível do TJDFT. O relator do recurso deu prazo regimental de 5 dias para vista do documento e o julgamento deverá ser retomado na sessão subsequente ao encerramento do prazo.

Condenação

Aylton foi condenado em 1ª Instância por Improbidade Administrativa, envolvimento no escândalo de corrupção deflagrado pela operação Caixa de Pandora, que trouxe à tona um esquema de desvio de dinheiro público. Se for condenado em 2ª Instância não poderá ser mais candidato.

Pedido negado

A defesa do réu peticionou também no sentido de retirada do processo da pauta. Porém, o pedido foi negado. O prazo de vista da defesa de Aylton Gomes começa a contar desta sexta-feira (2), devido ao feriado nacional do Dia do Trabalho.

Por Ricardo Callado.
(Coluna Coletivo Político publicada na edição de 02 de maio de 2014, no Jornal Coletivo)
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