Chico Vigilante explica denúncias do Jornal de Brasília contra ele.

Compartilhe essa matéria

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Share on telegram

O deputado Chico Vigilante subiu a tribuna na sessão ordinária desta terça-feira (31) para falar sobre as denúncias publicadas contra ele no Jornal de Brasília na edição de domingo (29) e desta terça-feira (31). Em tom ameno, Vigilante disse que gostaria que todos os parlamentares da Casa tivessem a mesma tranquilidade de falar de dinheiro de campanha como ele tem. “Eu nunca fiz caixa dois. E nós sabemos que têm muita gente que fez. Tudo o que eu fiz, declarei na minha prestação de contas”, afirmou.
Chico contou que durante a campanha foi procurado por empresas que queriam fazer doação sem declarar, mas ele não aceitou. “Estou sendo atacado porque fiz a coisa toda como determina legislação”, falou. E ressaltou que chegou a devolver dinheiro de campanha. R$30 mil. “Na hora que caiu na conta, devolvi ao Tesouro Nacional porque não tem como devolver para a empresa. E olha que eu precisava de dinheiro, mas devolvi. Sou do tempo da Ditadura Militar. Nunca escondi nada, portanto não tenho o que temer”, afirmou ele.
Ao citar o nome de diversos jornalistas renomados na cidade, que passaram pelo Jornal de Brasília, enalteceu o periódico, mas lamentou o fato de um jornal tradicional na capital federal estar a “serviço do crime organizado”.
“Isso está acontecendo porque eu estou contrariando os negócios do senhor Marcos Lombardi. Fui eu quem denunciou uma negociata dele com a WTorres de R$100 milhões de títulos imobiliários por meio da BR Distribuídora. Eu falei ao telefone com o Rosso (ex-governador tampão do DF)”, afirmou. E acrescentou que Marcola é dono da rede Gasoline, eu já foi condenada pelo CADE a pagar multa de 10% da renda bruta de arrecadação. “Eu travo uma luta histórica contra o cartel dos combustíveis no DF”, ressaltou. Vigilante anunciou que providências jurídicas estão sendo tomadas contra Marcos Lombardi.
O parlamentar lembrou que o jornal noticiou que está seguindo os passos dele. “Tudo o que faço é às claras. Meus encontros são em lugares públicos. Não tenho nada a esconder. O que ele está fazendo é canalhice”, disse Vigilante.
Imprensa a serviço de interesses escusos
O parlamentar lamentou o fato de um jornal tradicional para a cidade ser usado de maneira desastrosa, impedindo a liberdade de imprensa. “Amanhã ele fará a mesma coisa com outra pessoa que venha a contrariar os interesses dele”.
Chico se solidarizou com a equipe de jornalistas que compõe o jornal, chegando a nomear alguns deles, e disse que não tem nada contra nenhum dos profissionais do Jornal de Brasília. “O jornalista tem que assinar a matéria senão perde o emprego”, observou.
Para Chico Vigilante, que sempre teve uma excelente relação de respeito com a imprensa, o seu problema não é com o jornal nem os jornalistas. “É com o Marcola. Mas eu não tenho medo dele. Eu enfrento o Marcola em qualquer terreno”, afirmou.
Sobre a doação
Vigilante lançou um desafio aos colegas de trabalho. Perguntou qual deles no ato da doação de campanha pediu a declaração de imposto de renda da empresa. “Nenhum, porque não é obrigado. Não é uma exigência de lei. Cabe ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) fazer isso. A cima de R$10 mil cai no CAF. A transação é online, cai direto no CAF e aí damos o recibo”, esclareceu o deputado. Ele esclareceu que essa e todas as doações que recebeu durante a campanha estão na sua prestação de contas. “Eu não faço caixa dois. Eu declarei tudo o que recebi e minha prestação de contas foi aprovada com louvor pelo TRE”, afirmou.
Apoio e solidariedade
Colega de bancada de Vigilante, a deputada Rejane Pitanga usou a tribuna para prestar solidariedade ao colega de legenda: “Conheço o companheiro Chico Vigilante de muito tempo. Temos nossas diferenças, mas essa é a grandeza do PT. Eu conheço muitas pessoas íntegras, mas entre todas, nenhuma tem a justeza do companheiro Chico Vigilante”, afirmou Rejane Pitanga.
A deputada destacou que o governo do PT foi eleito para transformar uma realidade de 12 anos de dinheiro público que foi pelo ralo. “Não foi um governador que ganhou a eleição, mas um projeto  para mudar a realidade do Distrito Federal e nós vamos mudar”, assegurou.
O líder do governo na Câmara, deputado Wasny de Roure, também manifestou apoio ao colega petista e destacou a luta de Vigilante pelas causas da cidade. “Eu não podia me silenciar diante dos ataques que o deputado Chico Vigilante vem sofrendo do Jornal de Brasília. Ninguém pode escurecer as lutas dele pelas causas dessa cidade. Podemos discordar da  forma que ele faz, mas não do que faz.
Para Wasny a causa do ataque é clara, o Projeto de Lei do deputado Chico Vigilante que prevê a instalação de postos de abastecimentos em estacionamentos de supermercados, hipermercados, shopping centers e similares. “A sua luta é a nossa luta. Conte conosco!”, declarou Wasny de Roure.

Fonte: Assessoria de imprensa do deputado Chico Vigilante

Deixe uma resposta

Veja Também:

Últimas Postagens

Siga-nos nos Facebook

%d blogueiros gostam disto: