Clube da Mulher Cuidada de Ceilândia reúne-se nesta sexta-feira

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O Centro de Saúde 4 de Ceilândia, por meio do Clube da Mulher Cuidada, promove nesta sexta-feira (31), às 9h, palestra com o tema ?Aprendendo a gostar de mim mesma?, no Centro Comunitário da Criança (ao lado do Centro de Saúde), localizado na QNN 16, lote A, Área Especial. O encontro visa transferir informações médicas e psicossociais sobre qualidade de vida, melhorar a autoestima e a sociabilização das mulheres, após os 40 anos de idade e climatério.

Segundo a ginecologista obstetra e sexóloga, Maria Adnir Loyola da Cunha, 75% das mulheres no período antes da menopausa (parada do ciclo menstrual) apresentam sintomas climatéricos como: distúrbios vasomotores (ondas de calor), sintomas urogenitais (atrofia genital, incontinência urinária, alteração da libido) e sintomas psicogênicos (labilidade emocional, depressão, ?síndrome do ninho vazio?) e outros.
O clube existe há 20 anos em Ceilândia e reúne cerca de 60 mulheres por reunião (pacientes do ambulatório de climatério, da comunidade e centros de saúde da cidade) que participam das palestras a cada dois meses com temas variados, organizadas por profissionais de diversas especialidades (cardiologista, dermatologista, endocrinologista, nutricionista, psicólogo, psiquiatra, sexólogos, mastologista, educador físico, entre outros).
Durante as atividades as mulheres contam suas experiências de vida, têm momentos lúdicos como: citação de versos, de poesias e cantorias, seguidos de palestras com temas específicos, homenagens e confraternização, finalizando com a troca de presentes entre as participantes.
Para a especialista, os encontros ao longo dos vinte anos de existência têm trazido resultados satisfatórios para mulheres que se encontram nesta fase da vida e são vários os ganhos de informação, sociabilidade e estímulos para recomeços no âmbito familiar, social e pessoal.
?As palestras têm desencadeado um efeito dominó de influência ao estimular na individualidade a ação intencional de melhora na qualidade de vida para a ?Gerontolescência?,um jeito novo de resgatar os sonhos não realizados no passado a partir de um reconstruir da auto estima e aprender a ter saúde independentemente de apenas medicamentos, reposição dos hormônios e do tratamento clínico?, diz Maria Adnir.?Pois a vida só termina para quem não recomeça sempre?, complementa.
Saúde GDF

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