Coluna ONs e OFFs, 5 perguntas – Dep. Olair Francisco

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O senhor se elegeu deputado apoiando o ex-governador Roriz e agora está no grupo do governador Agnelo. Por que a mudança? Estava insatisfeito com algo?
Na condição de parlamentar, ser governista ou oposição é tarefa árdua. Para legislar, busco sempre atender aos anseios e demandas apresentadas pela população, com seriedade, trabalho e respeitando os princípios éticos. Acredito no desprendimento, na generosidade, no compromisso com a Capital, independente da situação, sempre o que for melhor para a cidade. Afinal fui eleito para legislar e encaminhar as necessidades de Brasília ao Poder Executivo. Insatisfação não pode nortear o papel do parlamentar, os interesses da população serão sempre o norteador.

Qual a sua avaliação sobre o atual governo?

A palavra que defino como primeiro ano de governo é superação, afinal ao assumir o Governo do Distrito Federal, o governador Agnelo teve que enfrentar situações por vezes caóticas e de completo abandono em várias pastas do governo. Ações emergenciais foram determinantes para o funcionamento da máquina administrativa. Educação, saúde, habitação tiveram um olhar diferenciado, com investimentos duplicados em relação aos governos anteriores. Importante ressaltar que o GDF intensificou medidas importantes e inéditas relacionadas ao transporte público e mobilidade urbana, a transparência nas contas públicas é uma determinação da equipe governamental. Muito ainda há que se fazer, sempre. Mas precisamos elencar os avanços e as conquistas, como: direitos das mulheres, meio ambiente onde a recuperação e revitalização para o uso com responsabilidade de nossos parques foi preponderante, geração de empregos e renda e a preparação com capacitação para que o DF possa receber e ter ações positivas nos eventos internacionais no futuro próximo.
É mister que reconheçamos o avanço na busca da regularização dos condomínios, demanda que atinge mais de 25% da população do DF e o governo busca de fato resolver e não protelar tal situação. Muito trabalho a ser feito, mas existe a disposição de todo o governo para o enfrentamento aos desafios.

O senhor acredita na “guerra” de grupo políticos neste show de denúncias que são divulgadas envolvendo políticos do DF? Se não, acredita que são denúncias que interessariam a quem?
Esse clima de “denuncismo” me deixa receoso, pois a população desacredita do contexto e importância que tem a política no crescimento de nossa cidade. Acredito na busca política diária que devolva a confiança nos homens públicos à população. Acredito e busco diuturnamente as grandes transformações para Brasília e creio que juntos podemos reescrever a história de nossa Capital.

Como o senhor tem visto o trabalho da Câmara Legislativa? Te surpreendeu ou ficou aquém das suas expectativas após ter sido eleito deputado distrital?
Cheguei a Casa Legislativa com o objetivo em atuar como porta-voz da população da Capital, contribuir para o processo Legislativo, através do debate, da participação nas comissões, buscando levar ao Executivo as reais necessidades da cidade, sempre será o meu objetivo, sendo fiel às propostas que apresentei durante o processo eleitoral. A princípio achei que a Casa estava distante da população, que precisávamos mostrar o que fazemos aqui, insisto muito na aproximação com a população e acho que já começamos a fazer esse elo. Sinto-me muito feliz em ter apresentado o primeiro Projeto de Lei na Casa Legislativa e de grande relevância para nossa Capital, o PL da Ficha Limpa, que foi uma conquista, uma resposta a moralização a ocupação aos cargos públicos. Sou incansável, creio que muito tenho a fazer e continuarei legislando a favor do povo, para isso fui eleito deputado distrital.

O seu jeito espontâneo e sua forma alegre de vestir e conversar com as pessoas acabou lhe transformando em um personagem dentro da Casa. Como o senhor vê isso? Acha que esse personagem pode ajudar na política?

Não me vejo como um personagem, não represento! Sou assim na minha vida pública e pessoal, gosto muito de conversar, da alegria da comunicação, sou muito visceral, acredito de fato que a política tem o poder transformador, que com muito trabalho nós conseguimos mudar, avançar e realmente realizar. Tenho a consciência da necessidade, principalmente da comunidade mais carente, que busca antes de tudo dignidade, se a minha forma espontânea contribui em alegrá-los e ajudá-los, então já estou parte realizado.
Por Lívio di Araújo

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