Começa o troca-troca de partidos. Deputados distritais deveram mudar visando as eleições 2014.

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Distritais que tem pretensão de concorrer às eleições do ano que vem, o prazo final para filiar-se a um partido é até 4 de outubro. Distritais que tem pretensão de concorrer às eleições do ano que vem, o prazo final para filiar-se a um partido é até 4 de outubro.

Ao que tudo indica, a movimentação nos partidos será intensa este ano. Boa parte dos deputados distritais já se articulam com lideranças partidárias, a fim de mudarem de legenda. Tudo porque a legislação eleitoral determina a filiação um ano antes do pleito, que irá acontecer no dia 7 de outubro do ano que vem. Assim sendo, quem quiser candidatar-se e pretende mudar de partido, deve fazê-lo até 5 de outubro próximo.

Esse troca-troca, a princípio, exclui os atuais detentores de mandatos. A fidelidade partidária, aprovada pelo Congresso Nacional é assegurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), prevê perda de mandato para quem mudar de partido sem qualquer motivo estabelecido pela lei.
Na CLDF, pelo menos oito distritais, o que corresponde a um terço do total, deverão sair de seu atual legenda. Deles, cinco são dados como trocas certas, pois, os partidos em que estão não lhes garantem atingir seus objetivos eleitorais.
Encabeçando a lista: No top da relação, estão as deputadas Eliana Pedrosa, Liliane Roriz e Celina Leão, ambas, do Partido Social Democrático (PSD). Hoje abrigado no PEN, o distrital Israel Batista admite que, mais perto das eleições, poderá avaliar o quadro político e fazer nova opção partidária. O deputado Chico Leite (PT), campeão de votos no Distrito Federal, admitiu que deverá mudar de posição e ir de mala e cuia para a Rede, partido da ex-senadora Marina Silva, que deverá sair do papel, assim como deputado distrital Joe Valle (PSB), que deverá ir para o mesmo partido que Chico.
Sem a força extra dos pequenos e médios candidatos puxadores de votos, no entanto, esses nomes devem buscar partidos que lhes proporcionem mais espaço e possibilidades de sucesso.
Na avaliação do cientista político da Universidade de Brasília, Antônio Flávio Testa, no Brasil os partido são insignificantes, o que tem, são candidatos fortes. “No DF, um dos partidos que deverá crescer muito será o PSB, pois, lançará Rodrigo Rollemberg ao Palácio do Buriti”, argumenta.
Com relação ao novo partido criado por Marina Silva, Testa não vê com bons olhos. “Em Brasília existem muitos partidos, a criação de mais um, não é bom. Eu acredito que a Rede não trará muitos votos a Marina”, finalizou.
Por Jean Marcio Soares/ Guardian Notícias

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