Conheça um pouco mais de Rodrigo Rollemberg, o novo governador do DF

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Eleito governador no domingo (26), Rodrigo Rollemberg (PSB) diz que chegou lá sem as amarrações típicas para conquistar o cargo. Ele antecipa que vai cortar as secretarias pela metade e avisa que troca-troca com os distritais só se for de elogios. A seguir, um pouco mais do novo chefe do Executivo no DF.
Sua ficha de governador já caiu?
Sempre tive muita confiança em nossa vitória. Eu me preparei para isso, e toda a avaliação do cenário me deixou certo de que eu seria eleito.
 
Os cobradores de campanha já estão batendo à sua porta?
Não. A gente tem muito pedido de servidores públicos, categorias que querem conversar. Conseguimos nos eleger com um nível de independência que nos dá muita liberdade.
 
Para pôr as contas em dia, o ano que vem será de arrocho?
Vamos tomar pé das coisas a partir de agora, mas 2015 será um ano que exigirá esforço para reduzirmos o desperdício e captarmos recursos federais e internacionais.
 
Está na moda enxugar ministérios e secretarias. Em quantas vai passar a tesoura?
Em muitas. Próximo da metade das que existem hoje.
 
Quem é o seu guru?
Não tenho, mas admiro algumas pessoas. O Miguel Arraes é uma delas.
 
Dilma costumava errar o nome do Agnelo, acertou o seu?
Acertou, sim. Na minha primeira ligação para ela, a presidente foi simpática e positiva. Disse que o governo federal será um grande parceiro do GDF.
 
Qual autor o inspira?
Guimarães Rosa. Já li três vezes Grande Sertão: Veredas.
 
O senhor tem apenas quatro apoiadores na Câmara. Como vai governar sem barganhar?
Doze deputados declararam apoio ainda durante a campanha. Pretendemos inaugurar uma nova fase com os distritais,  reconhecendo o trabalho deles, mas sem lotear o governo.
 
Deputados não costumam se contentar com elogio e tapinha nas costas.
Vamos valorizar o bom trabalho que fizerem em sua base eleitoral, e isso é tudo.
 
O que tira o seu sono?
Costumo dormir muito bem.
 
Vai ouvir conselho dos doze irmãos?
Ouço todos, mas formo a minha própria opinião.
 
Tem medo dos fantasmas de Roriz e de Arruda?
Não acredito em fantasmas.
 
Vai continuar vendendo galinha na feira?
(Risos) Ai, ai… Se tiver excedente. Mas acho que o consumo de galinha vai aumentar.

Por Lilian Tahan / Veja Brasília

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