Contadores de histórias humanizam pediatria do hospital regional de Ceilândia

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Todas as quartas, sextas-feiras e sábados, pela manhã, os pacientes da Unidade de Pediatria do Hospital Regional de Ceilândia (HRC) recebem a visita de contadores de história. O trabalho é prestado pela Associação Viva e Deixe Viver de Brasília. Os voluntários atuam como mediadores da literatura infantil, por meio de atividades culturais que estimulam o desenvolvimento das aptidões das crianças.
A psicóloga do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) e coordenadora da associação, Adriana Dias, explicou que a missão do grupo é fomentar a educação e a cultura por meio da leitura e do brincar, transformando assim, a internação hospitalar de crianças e de adolescentes em um momento mais agradável e terapêutico, contribuindo positivamente para o bem estar de seus familiares e equipe multidisciplinar.

Atualmente, HRC e Hmib dispõem de voluntários contadores de histórias infantis. Somente na Ceilândia, 10 pessoas doam parte do seu tempo para alegrar os pacientes. “Atualmente temos a participação de uma dupla nas quartas-feiras, das 14h às 16h, uma dupla nas sextas-feiras, das 9h30 às 11h30 e outra das 18h às 20h e um quarteto aos sábados pela manhã”, disse contadora de história, Lêda Dal.
VIVA E DEIXE VIVER – A Associação “Viva e Deixe Viver” é conhecida em todo Brasil. Em Brasília, ela atua desde 2007 no Hmib. Para tornar-se voluntário é necessário preencher requisitos como: conhecer e concordar com a missão, a causa, os princípios e a visão da entidade; ter idade superior a 18 anos; ter disponibilidade para atuar uma vez por semana durante duas horas no hospital e participar de oficinas de capacitação, que ocorrem na sede da associação, para aperfeiçoamento da atividade de contar histórias.

SES

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