Coordenador adjunto de Cidades está em lista de programa habitacional do DF.

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O Setor Jardins Mangueiral, próximo ao Jardim Botânico, é voltado a famílias com renda de quatro a 12 salários mínimos (Carlos Moura/CB/D.A Press - 9/7/11)

Ele nega ter se candidatado a receber o imóvel no Jardins Mangueiral


Construído para abrigar famílias com renda de quatro a 12 salários mínimos, o Setor Jardins Mangueiral já foi alvo de cobiça de pessoas que não obedeciam aos critérios exigidos para se inscrever no programa habitacional. Há três anos, a Operação João de Barro, da Polícia Civil, revelou um suposto esquema de corrupção no qual servidores do governo exigiam propina para fraudar a lista de interessados em um imóvel na região, situada próxima ao Jardim Botânico. Diante das denúncias, o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), à época, mandou suspender a entrega das casas e apartamentos no local.


Dois anos depois do escândalo vir à tona, a relação de interessados do Jardins Mangueiral voltou a ser alvo de questionamentos. Em 26 de julho de 2012, o coordenador adjunto da Coordenadoria de Cidades, pasta ligada à Casa Civil do GDF, Luiz Franklin de Moura, foi convocado por meio de edital da Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) para apresentar documentos. O próximo passo seria receber um apartamento. No entanto, de acordo com as regras do programa habitacional, ele não teria direito a ser contemplado com uma propriedade no condomínio. Pelo cargo que ocupa, Luiz Frankilin recebe R$ 12.007, salário que o impede de se tornar candidato a ganhar uma residência no Mangueiral.

Informou o Correio Web

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