Cresce preferência por Eliana (e coligações devem sair logo)

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Foto: Arquivo Notibras
A deputada distrital Eliana Pedrosa (PPS) é, disparada, a candidata melhor avaliada para enfrentar o governador Agnelo Queiroz (PT) na corrida ao Buriti no próximo ano. É o que indica enquete promovida por Notibras no período de 5 a 8 do mês em curso. Foram registrados 4 mil 157 votos. Desses, a parlamentar obteve a preferência de 3 mil 290 internautas.

A consulta feita com formadores de opinião que navegam em Notibras, incluía os nomes de Joaquim Roriz (PRTB, 420 votos), Luiz Pitiman (PSDB, 400 votos) e José Roberto Arruda (PR, 47 votos), além da própria Eliana. O deputado Reguffe (PDT) e o senador Rollemberg (PSB) não apareceram por não terem definido, então, suas pré-candidaturas.

Essa performance de Eliana tem motivado muitos partidos de oposição ao Palácio do Buriti a se engajarem na chapa majoritária. Um exemplo é o DEM, presidido pelo ex-deputado federal Alberto Fraga. Coronel reformado da Polícia Militar, Fraga, que teve mais de 500 mil votos no pleito para o Senado em 2010, deve tentar ganhar a cadeira de Gim Argello (PTB), o senador sem votos de Brasília, ou mesmo ser o vice da candidata do PPS.
Quem também tem voltado os olhos para a candidatura de Eliana é o PSDB. O secretário-geral dos tucanos, Mendes Thame, não esconde de ninguém que conta com o palanque do PPS para ajudar o senador Aécio Neves a alçar voo em Brasília em direção ao Palácio do Planalto. Nesse caso, a pré-candidatura de Luiz Pitiman, que se filiou à sigla recentemente, seria sacrificada em benefício de um projeto maior. Maria Abadia, outro nome forte no ninho tucano de Brasília, seguiria o mesmo caminho.
Mas não só Fraga, Pitiman e Abadia estariam prestes a abraçar a candidatura do PPS. A boca pequena comenta-se que o ex-governador José Roberto Arruda, respeitado como um grande puxador de votos, lançará sua candidatura a deputado distrital. Ele acredita que não terá dificuldades em compor uma coligação com Eliana Pedrosa. Mesmo porque, os dois têm vínculos políticos bem próximos, desde a época em que Eliana foi secretária de Estado na administração do próprio Arruda.
Resta saber que caminhos tomarão dois outros ícones do cenário político: o deputado Antônio Reguffe, que tem um balão de ensaio circulando na esfera do Palácio do Buriti, e o ex-governador Joaquim Roriz. Regufe não foi avaliado na enquete, pelos motivos apontados acima. Mas Roriz, que teve minguados votos, corre o risco de cair no ostracismo se insistir em manter-se na disputa. E se isso acontecer, a deputada Liliane Roriz, herdeira natural do clã rorizista, também fará companhia ao pai por longos quatro anos.
O cenário é esse. Porém, com a entrada de Reguffe na disputa, Eliana se apressa em dizer que está aberta ao diálogo. Algo do tipo ‘na hora certa, quem estiver melhor nas pesquisas, encabeça a chapa’. O problema é que Reguffe só aparece bem nas pesquisas quando se fala em concorrer ao Senado. Talvez aí esteja a chance dele.
Na eventualidade de essa aliança ser confirmada, a locomotiva Eliana, puxando vagões dos naipes de Reguffe, Fraga, Arruda, Pitiman e, quem sabe, um representante da família Roriz, o PT terá de criar uma constelação de eleitores para continuar governando a capital da República. O que, convenhamos, fica difícil na atual conjuntura.


Informou Notibrás

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