Crise no DEM do DFestá escancarada.

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Crise no DEM está escancarada Foto: Renato Araujo e Thyago Arruda

Presidente da legenda no DF, Alberto Fraga, já fala abertamente dos problemas que enfrenta no comando do partido e revela – em discurso público – não poder contar com nenhum dos dois distritais,Raad Massouh e Eliana Pedrosa, no embate com o governo

 
Priscila Mesquita_Brasília247 – O Democratas (DEM) foi o partido mais afetado pela escândalo de corrupção Caixa de Pandora, que eclodiu em novembro de 2009. Desde então, a legenda não conseguiu se reerguer. A crise está tão feia que nem o presidente, Alberto Fraga, se preocupa mais em esconder os problemas. Na noite de ontem, durante lançamento do site do PSDB na Asa Sul, ele falou sobre as dificuldades.
Em discurso, Fraga deixou claro que não pode contar com Eliana Pedrosa nem com Raad Massouh – os dois distritais eleitos pelo partido em 2010 – para fazer oposição ao governo de Agnelo Queiroz (PT). Eliana, segundo Fraga, está mais preocupada com seu projeto pessoal e com a mudança de partido, que ocorrerá assim que o PSD conseguir o registro oficial. Procurada pela reportagem, a democrata disse que, enquanto estiver nas fileiras do partido, será fiel ao presidente e ao estatuto. “Continuo participando das reuniões, pagando a contribuição e filiando pessoas ao partido até a formalização da minha saída”, afirma.
Em relação a Raad, Fraga foi mais contundente. Disse que ele é “muito mais governista que democrata” porque, segundo suas palavras, foi comprado e ocupa com seus cabos eleitorais diversos cargos no GDF. Fraga teria pensado, inclusive, em mover um processo de expulsão contra Raad, mas, aconselhado por caciques nacionais do partido, teria recuado porque esse seria exatamente o plano do distrital: ser expulso para poder se filiar a outro partido sem perder o mandato. A assessoria de imprensa do parlamentar informou que ele não vai se pronunciar sobre o assunto.
Outro democrata que já seria carta fora do baralho é o ex-senador Adelmir Santana, presidente da Fecomércio. Em negociações para ingressar no PSD, ele não tem mandato e está livre das amarras da legislação eleitoral para decidir sua nova legenda. O PSB também pode ser uma opção para Adelmir.

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