De acordo com Secretaria da Mulher, Brasília e Ceilândia lideram ranking dos casos de assédio.

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O estudo da Secretaria de Segurança Pública mostra que as regiões administrativas que mais registraram denúncias de assédio sexual nos ônibus, neste primeiro quadrimestre, foram Brasília e Ceilândia. Juntas, somaram 35% dos casos.
Em seguida, vêm Lago Norte, Águas Claras e Gama, com 30% dos registros. Os outros 35% ocorreram em várias cidades: Guará, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, SIA, Sobradinho, Taguatinga e Vicente Pires

Segundo o levantamento, 80% dos casos são enquadrados como “importunação ofensiva ao pudor”. As práticas mais comuns são passar a mão ou se esfregar no corpo mulher, o famoso “encoxar”. Os outros 20% são ofensas e “cantadas, simulação de masturbação e exibição de objetos ou desenhos retratando órgãos sexuais.
A grande maioria dos casos (90%) ocorre em ônibus e em dias de semana, geralmente nos horários de pico quando o veículo está cheio.
O estudo traça ainda o perfil dos agressores. Eles preferem ficar sentados no fundo dos ônibus e utilizam mochilas ou pastas para esconder o ato de abuso. Costumam também usar blusas compridas para dificultar que testemunham vejam a cena.
Para o pesquisador e psiquiatra forense Guido Palamba, é fundamental a adoção de iniciativas que possam inibir a ação dos agressores. “Hoje vemos mais uma proliferação que uma inibição dessas atitudes. Por isso, é de suma importância que haja vigilância, punição e, principalmente, campanhas que desestimulem essas pessoas a agir”, recomenda ele.
Informações Secretaria da Mulher do DF

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