Deputado chama atenção para causas, origem e solução da violência que assola o DF.

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O deputado Chico Vigilante, líder do Bloco PT/PRB, chamou a sociedade do Distrito Federal e o Estado como um todo a uma reflexão profunda sobre a crescente violência que assola o país e de maneira muito particular o Distrito Federal. Chico relembrou que só nas últimas 24 horas oito pessoas foram assassinadas no DF. “Alguém há de dizer que eram pessoas envolvidas com drogas. Mas são seres humanos que perderam a vida e foram assassinadas, mortas de maneira brutal”, alerta.

Para o parlamentar, governo e sociedade precisa pensar e verificar as causas da origem da violência existente hoje no DF. E sinaliza com o que considera a causa mais provável, o inchaço que se abateu sobre Brasília e o DF como um todo. “Quebraram completamente o planejamento desta unidade da Federação e incharam o DF. Agora estamos vendo o resultado disso”. 
O parlamentar relata alguns exemplos de casos de violência, como uma situação vivida pela dona Marieta responsável pela Associação que atende e capacita por meio de oficinas de música, entre outras, jovens e adolescentes carentes do Sol Nascente. No sábado à tarde, um grupo de meninos tocavam percussão na Casa de Marieta , quando de repente duas gangues se confrontaram em frente o local. Partiram para o confronto direto, um atropelou o outro com o carro e trocaram pedadas entre eles por um longo tempo. “Uma sena bárbara”, define Vigilante e diz que dona Marieta teve muita dificuldade para livrar os meninos das pedradas. Isso sem falar no impacto que este tipo de situação pode ter sobre os jovens. 
Chico Vigilante alerta para um problema social que afeta todo o país, mas que tem atingido índices insuportáveis na capital federal. E diz que apesar de todo o apoio que o governo federal tem dado, o DF ainda precisa de mais. “Isto aqui é a capital da República. Com os índices divulgados nacionalmente, afasta até os investidores”, pondera. “Sabemos do trabalhado realizado pelas forças de segurança,  efetivo de polícia, mas sabemos o quanto é difícil combater a violência do jeito que está estabelecida no DF e no Brasil”, argumenta.  Entre essa violência toda também a que é praticada contra a mulher, índices assustadores.
Para o deputado a necessidade de se pensar e trabalhar por uma sociedade que queremos é imediata, bem diferente desta que aí está: “Queremos uma sociedade que valoriza a vida. Não a sociedade da morte”, enfatiza.

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