Deputado Israel Batista quer esclarecimentos sobre o uso dos livros com erros de português nas escolas públicas do DF

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O deputado Professor Israel Batista (PDT-DF) enviou ontem requerimento à Secretaria de Educação para pedir esclarecimentos quanto à distribuição, em Brasília, dos livros de português chancelados pelo MEC com erros gramaticais. Quer saber se as publicações chegarão, de fato, às escolas públicas da capital federal.

Na terça 17, em discurso no plenário da Câmara Legislativa, o parlamentar classificou a ação como apartheid social, nivelando por baixo os estudantes da rede pública. “Eles aprenderão uma língua relativizada na sala de aula, mas serão cobrados segundo os padrões da norma culta em vestibulares e concursos. Entre os alunos bem e mal preparados, quem sairá na vantagem?”, indagou.  “Aos pobres, oferecem o resto”, complementou.  
Pela Lei Orgânica do Distrito Federal, a Secretaria de Educação tem até 30 dias para prestar as informações solicitadas.

Roberta Teles
Assessora de Comunicação
Deputado Professor Israel Batista

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