Deputado Raad se diz inocente.

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Raad Masoouh critica o MP pelas acusações feitas contra ele

O deputado distrital Raad Masoouh (PPL) teve sua vida investigada por dois anos e meio por ter sido denunciado pelo Ministério Público (MPDFT) por desvio de verba de emenda parlamentar, lavagem de dinheiro e desrespeito à lei de licitações.  Depois da investigação, o MP indiciou o ex-administrador de Sobradinho, Carlos Barros, e mais dez pessoas. “Todas as acusações que sofri, provei e foram provadas pela justiça e pelo MP que eu era inocente”, declara. 

Ao ser denunciado, o deputado Raad teve sua vida e a de seus funcionários vasculhadas. As acusações diziam que o parlamentar teria vários imóveis em nome de seus funcionários, além de possuir dois CPFs e duas identidades. Raad reclama que ninguém analisou a real situação.
Das cinco denúncias contra Raad, a única que persiste é a da emenda de R$ 100 mil, segundo o deputado mal executada pelo administrador. “Como eu era o gestor dessa emenda, acabei pegando processo. Não quer dizer que esteja sendo acusado de peculato de dispensa de licitação,  só estou lá porque a emenda foi minha”, explica Raad.
Ele critica o MP pelas acusações feitas. O parlamentar diz ser um absurdo ser acusado de dispensa de licitação pública, uma vez que a lei é clara ao dizer que essa responsabilidade é do ordenador de despesa e o ordenador é o administrador da cidade.
Sobre o porte de duas identidades e dois CPFs, o deputado explica que é estrangeiro e nunca negou a sua origem. Raad diz ter sido essa uma maldade muito grande, pois a foto que saiu  no jornal sobre os dois CPF estava escrito em letras pequenas: inativo e outra ativo.
O MP acusou o deputado de ter uma forte ingerência sobre o administrador. “O cara é pai de família, maior de idade, advogado que tem OAB. Eu não sou vigia de emenda e nem tenho tempo útil e hábil para isso”.
Laudo expedido pelo então secretário de Transparência, Carlos Higino, afirma que o deputado Raad é inocente, pois a execução da emenda era de responsabilidade do administrador. “Fui inocentado de cinco acusações e mantiveram uma, da qual eu não tenho obrigação de responder”, garante.

Fonte: Jornal da Comunidade / Donny Silva

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