Distritais avaliam situação de famílias atingidas pelas chuvas em Ceilândia.

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Representantes da Comissão de Assuntos Sociais da Câmara Legislativa estiveram no Condomínio Sol Nascente, onde duas casas foram destruídas há dois dias pelas enxurradas


 

O caos vivido pelos moradores do Sol Nascente, em Ceilândia Norte, fez com que a Comissão de Assuntos Sociais da Câmara Legislativa visitasse nesta quinta-feira as famílias que moram nas áreas atingidas pelas chuvas. Durante a madrugada da última terça-feira (18), pelo menos duas casas foram destruídas na região e o asfalto cedeu em uma das principais avenidas do local.

Na hora do acidente, nove pessoas estavam dentro de um dos imóveis e sete delas eram crianças. “A situação é a pior possível e precisamos de um auxílio imediato para essas famílias, que estão pernoitando em casas de vizinhos, que também estão sob risco”, avaliou a presidente da Comissão de Assuntos Sociais, deputada Liliane Roriz (PRTB) durante a visita.

A distrital Luzia de Paula (PPS), vice-presidente da comissão, alertou o risco das casas que estão sendo erguidas sobre um aterro sanitário que existe no local. “Acompanhamos o que aconteceu recentemente em Niterói, no Rio de Janeiro, e o perigo do Sol Nascente também é grande”, explicou a parlamentar.

Liliane Roriz solicitou ao governo local que destine parte da reserva de contingência, recurso do GDF guardado para situações emergenciais, para as famílias do Sol Nascente. Segundo o administrador de Ceilândia, Ari de Almeida, o GDF vai construir 297 casas populares pelo programa Minha Casa, Minha Vida. As habitações servirão de moradia para as famílias que moram em locais de risco. No entanto, não há previsão para a entrega das moradias.

“Com o aumento das chuvas, a qualquer momento novas casas podem ser destruídas. As vítimas não podem mais esperar a inércia do Buriti”, reclamou Liliane Roriz. A distrital, que é autora de projeto para prevenir áreas de risco, afirmou que deve voltar ao condomínio no início da próxima semana para acompanhar o trabalho que está sendo feito por representantes do governo local. No início da semana, equipes da CEB, Caesb e Novacap estiveram no local para avaliar os estragos.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas devem continuar no Distrito Federal nos próximos dias. Durante as tempestades, nos pontos mais críticos, o nível da água chega a cerca de 10 centímetros de profundidade e chega a a 50 cm de altura em áreas de retenção. O lixo, encontrado por todo o local, é levado pela enxurrada, o que aumenta as chances de proliferação de doenças. O governo afirma que não há confirmação sobre para a transferência dos moradores para um local mais seguro.


Fonte: CLDF

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