Distrital propõe à Câmara repasse de dinheiro para baixar preço dos restaurantes comunitários

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A vice-presidente da Câmara
Legislativa, deputada distrital Liliane Roriz, propôs à Mesa Diretora da Câmara
Legislativa que as economias do Legislativo deste ano sejam repassadas para o
GDF para subsidiar o preço da alimentação nos restaurantes comunitários.
Tradicionalmente, a Casa sempre envia para o Executivo a sobra de orçamento.
Neste ano, não será diferente. Cerca de R$ 24 milhões foram economizados pelos
distritais e devem ir para os cofres do governo. A Mesa Diretora já deliberou e
aprovou na ideia da parlamentar.

Liliane é autora de um Projeto de Decreto Legislativo (PDL)
que tramita na Câmara para manter o preço da comida nos restaurantes
comunitários, apelidados de “Rorizão”, a R$ 1. O GDF aumentou o valor da
alimentação para R$ 3, sob o argumento da crise financeira vivida pelo governo.
Contudo, após o reajuste, o número de frequentadores nos restaurantes caiu
drasticamente. A população mais pobre – maior parte dos usuários dos
restaurantes comunitários – sentiu no bolso e reclama do aumento na comida.

Segundo Liliane Roriz, os restaurantes comunitários, criados
por seu pai, o ex-governador Joaquim Roriz, não são para dar lucro para o
governo. “É um projeto social, uma obrigação do Estado, que é garantir comida
com preço acessível para a população carente”, argumenta a parlamentar. Assim,
Liliane já vinha pedindo ajuda dos colegas distritais para votarem favoráveis
ao PDL de autoria dela que suspenderia o aumento da alimentação no Rorizão.
Como cabe à vice-presidência da Câmara Legislativa a
elaboração do orçamento, Liliane, que é vice-presidente, defendeu o uso dos R$
24 milhões economizados pela Casa para esse fim: subsidiar o preço da
alimentação nos restaurantes comunitários, já que o governo alega que o aumento
de preço foi necessário para que o GDF não pagasse tanto pelas refeições e
pudesse, assim, economizar. “Este valor dará para garantir a comida a R$ 1 até
o final deste ano”, explica Liliane que acredita que o GDF possa, então, anular
o reajuste da refeição.  

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