Dr. Michel: Discípulo de Goebbels pede.

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Por José Seabra – Tempos estranhos da Imprensa, esses em que estamos vivendo. Para muitos a comparação pode soar com muita virulência, mas tem gente apostando que uma mentira cem vezes repetida, se transforma em verdade. Faz lembrar Joseph Goebbels, ministro da propaganda de Adolf Hitler.

A permanente e repetitiva deformação de uma informação na tentativa de fazer valer a máxima de Goebbels é, de todas as práticas jornalísticas, a mais repudiada, por carregar em seu bojo a inverdade. E isso está acontecendo em segmentos de uma imprensa que se diz imparcial.
Há setores insistindo erroneamente na pecha de que o deputado Doutor Michel seria um dos inspiradores de Shakespeare, como se houvesse algo a mais de podre no Reino da Câmara Legislativa. Ou mais precisamente, no condado do Conselho de Ética.
Faça-se justiça. Na Câmara há sujeira. E a cabeça que está indo para a guilhotina é uma prova cabal. Mas querer crucificar o comandante da Ética (ou do Conselho, que seja) para tentar afogar mais alguém no lamaçal, é fazer lobby em defesa de quem não merece, em prejuízo de quem nada deve.
Ataca-se a Câmara Legislativa, via figura do deputado Doutor Michel, como se aquele Poder parisse todos os males qua afligem o brasiliense. Há um culpado, com processo consumado e a cassação encaminhada. Porém, querem mais.
Quando não exploram o aluguel de uma Hillux, apontam os holofotes para o presidente da Casa, Wasny de Roure, que faz uso de um carro – direito que lhe é conferido pela legislação – descaracterizado justamente por ser um homem simples. Porque Wasny, tanto quanto Michel, não se enquadra no rol dos presunçosos acostumados a aparecer com o prévio aviso do ter chegado.
O texto que escrevo agora da rede, entretanto, é sobre a Hillux de Michel. Tão ético ele é, que seus pares o elegeram presidente da Comissão que trata da ética parlamentar. Pizzaria vende pizzas e outros pratos. Não é locadora de veículos. Mas no endereço onde hoje se almoça e se janta as iguarias napolitanas, funcionava, até há pouco tempo, uma locadora de automóveis.
Eu mudei de Brasília para Pau Amarelo, onde costumo deitar numa rede na varanda com vistas para o mar. Se minha mudança envolveu mais de 2 mil quilômetros de distância, por quê uma locadora de automóveis não pode buscar um novo endereço, numa mesma cidade, deixando o anterior para ser ocupado por um restaurante?
Inconformado com os ataques que vem sofrendo, Michel divulgou nota à Imprensa. Não vou transcrever suas palavras. Mas posso assegurar que, se ainda residisse em Brasília, assinaria a nota como fiel avalista. Aos discípulos de Goebbels, caberia avaliar até onde seria conveniente fazer o mesmo. Contudo, seria imperdoável mentir seguidamente por cem vezes.
Informou Notibras

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