Eliana Pedrosa monta estratégia para ser o nome de oposição em 2014.

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Movida por uma paixão imensa pelo poder – afinal de contas, dinheiro ela tem, e muito – a distrital Eliana Pedrosa (PSD-DF) está montando uma ampla rede de veículos alternativos e blogues, além de dispor de porta-vozes supostamente informais nas redes sociais. Tem a seu favor, ainda, a letargia da comunicação do GDF – sem uma política definida, sem uma estratégia rudimentar de utilização dos espaços e se debatendo entre a arrogância e o amadorismo.

Com o trabalho facilitado por estes fatores de falta de rumo, prumo, direção, organização e definição do que seja o efetivo trabalho de uma Secretaria de Comunicação, Eliana tem usado, inclusive, a sistemática de subsidiar jornais que contam com o aporte de publicidade do GDF para veicular material produzido por sua assessoria.

Ela tenta, na verdade, se impor, pela exposição massiva, como alternativa da oposição para 2014 – tendo em vista que Roriz não passa de um político cercado e marcado por escândalos e diretamente atingido pela Lei da Ficha Limpa (cujo aplicabilidade ou não para o pleito de 2012, em face da discussão de sua constitucionalidade, será decisiva para o homem que, por conta da sua demagogia, foi o grande responsável pela destruição da qualidade de vida que era uma das características de Brasília).

Mesmo com todo este trabalho e tanto investimento, não será nada fácil o caminho de Eliana Pedrosa – até porque o seu novo partido, PSD, já tem um candidato natural que é Rogério Rosso. A discussão acerca do nome cresce na mesma proporção na qual o Governo Agnelo não consegue – volto a dizer: por falta de uma política de comunicação – gerar uma pauta positiva junto à sociedade.

Eliana pode estar largando cedo demais, com o risco de ficar parecendo aquilo que muitos conhecem como ‘cavalo paraguaio’ – sem gás no fim. Mas a verdade é que ela percebeu o vácuo que existe – e até por saber da torcida de muitos petistas para que o Governo Agnelo naufrague – dentro da política brasiliense e assim resolveu antecipar.

É uma jogada de risco, mas pode ser uma carta na manga – porque, segundo alguns de seus mentores – ela pode, de repente, ‘aceitar’ uma candidatura para o Senado (lembrando que em 2014 haverá uma cadeira em jogo).

Resta esperar o desdobramento e como ela fará para construir alianças, tendo em vista que ela costuma ter imensas dificuldades em fazer costuras políticas.
Fonte: Blog do Alfredo Bressow.

1 Comment

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    Rodrigo Santos , 9 de novembro de 2011 @ 20:56

    perdi meu tempo em ler essa noticia que coisa mais mentirosa meu deus como pode….

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