Em Assembleia, metroviários decidem por greve

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Os trabalhadores do sistema metroviário do Distrito Federal decidiram, em assembleia realizada no último domino (5), por fazer movimento paredista, caso o GDF e o Metrô-DF não apresentem nenhuma proposta que satisfaça a categoria no tocante ao reajuste salarial para corrigir as perdas dos últimos anos e a convocação dos aprovados no concurso de 2013, até agora parado.
A próxima reunião do SindMetrô-DF com o GDF no dia 13 de junho definirá o rumo que a categoria tomará no tocante à greve. Caso não haja nenhum avanço em relação ao que foi oferecido até hoje, no dia seguinte (14/06), começará um movimento geral de paralisação dos trens, estações e postos de atendimento.
De acordo com Sindmetro-DF, a radicalização do movimento negocial se deu pela falta de diálogo do Governo e da direção da empresa. A todo o momento a categoria deu votos de confiança e manteve-se aberta a negociar todas as cláusulas do ACT passado. Como nenhum dos termos já combinados foram cumpridos, decidiu-se a greve para zelar pela segurança e bem-estar de todos os colegas em seus postos de trabalho. A falta de empregados está sobrecarregando a todos e dando prejuízo à empresa, que tem trabalhado de forma deficitária e com cancelas abertas em horários de grande movimento.
O sindicato afirmou ainda que pais e mães de família estão sofrendo com falta de correção salarial e a não valorização de seus empregos com os proventos sendo comidos pela inflação e reajustes em taxas básicas de sobrevivência de um cidadão. O Metrô-DF dá sinais de que ruma à terceirização de serviços quando entrega uma importante atividade que é a venda de bilhetes ao DFTRANS. Isso, ressaltamos, fere o Acordo Coletivo de Trabalho.
*Informações Sindmetro-DF

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