Em Taguatinga, Depois de gays, as misses.

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Não bastasse ter enfrentado a indignação do movimento LGBT do DF ao indeferir o pedido para a realização da Parada Gay de Taguatinga (que depois de muita polêmica, acabou acontecendo ontem na cidade com aval do GDF que desmandou o administrador Carlos Jales), o afilhado político do deputado distrital Washington Mesquita (PSD) e do padre Moacir vai enfrentar a indignação das misses. Isso mesmo, das misses.

Jales não indeferiu o pedido para a realização do concurso de Miss Taguatinga 2012. Não, não! Autorizou. “Só não pagou”, contou à coluna a organizadora do evento, Armildes Corrêa. Tanto que hoje ela vai à Câmara Legislativa apresentar o problema aos deputados distritais. A verba para a realização do concurso foi liberada por meio de emenda, no ano passado, pelo distrital Aylton Gomes (PR).

Falta metade
Segundo Armildes, a emenda de R$ 80 mil destinado ao concurso estava na administração que, ainda segundo ela, teria usado a verba para outros fins com a promessa de pagar pelo evento quando ele fosse ser realizado (ou seja, este ano). O concurso aconteceu, mas Armildes diz ter em mãos, três cheques que voltaram sem fundos para o pagamento do Miss Taguatinga 2012. “Me deram quatro cheques, mas só um foi pago”, contou. A empresária de Taguatinga alega ainda que dos R$ 80 mil liberados por Aylton Gomes para o evento, a Administração de Taguatinga teria repassado (nos quatro cheques), apenas R$ 42 mil. “O evento aconteceu e preciso pagar os fornecedores”, lamentou.

Lívio di Araújo

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