Entorno-DF: Vereadores questionam enriquecimento de prefeito de Águas Lindas.

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Prefeito Geraldo Messias (PP): denunciado por doar terreno público
ao irmão e por ostentar “aumento abrupto” do patrimônio pessoal
 Os vereadores de Águas Lindas Vicente Manoel da Silva (PTB), Aderson Antônio Teixeira (PSB) e José Romão de Souza (PSB) encaminharam à Assembleia Legislativa cópia de uma ação que impetraram contra o prefeito Geraldo Messias (PP) no Ministério Público local e na Procuradoria-geral de Justiça. Os vereadores denunciam supostos atos de improbidade administrativa cometidos pelo prefeito e pedem a intervenção do deputado Hildo do Candango no caso.

De acordo com a ação, Geraldo Messias teria doado a seu irmão, Geraldo Messias de Queiroz, dois terrenos públicos destinados à área verde. Na mesma ação, os vereadores acusam o prefeito de não prestar conta de seus atos, contrariando a legislação no que diz respeito à exposição por 60 dias das contas do município. Eles denunciam também que Geraldo Messias viajou para o exterior “sem avisar a Câmara Legislativa por tempo superior ao permitido pela Lei orgânica” e sem “tampouco repassar o cargo ao vice-prefeito, pois não consta na Casa qualquer transmissão de cargo”.

Todas essas denúncias, afirmam os vereadores, já foram feitas ao Ministério Público de Águas Lindas e à Câmara Municipal, que não aprovou o pedido de CPI apresentado por eles. Em outra ação, os vereadores denunciam o “aumento abrupto” do patrimônio do prefeito e dos secretários de Transporte, Anderson Teodoro, de Administração, Rogério Ferreira da Silva, e de Cultura, Hélio Soares da Silva, “que estariam ostentando um patrimônio incompatível com seus vencimentos, aumentando de forma absurda, e num curto período de tempo, seus patrimônios a custa das verbas municipais”.

Vicente, Aderson e José Romão pedem o afastamento do prefeito, a apreensão de documentos relativos a gastos efetuados com verbas repassadas ao município e o bloqueio de todos os bens de Geraldo Messias até que as denúncias sejam apuradas. Pedem também que o caso seja investigado pela Polícia Federal, Receita Federal e Tribunal de Contas do Estado.

Jornal Opção.

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