Entorno do DF: Câmara e prefeitura de Formosa-GO, na mira do MP

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Em uma segunda ação civil Pública, o promotor de Justiça Wagner de Magalhães Car­valho questiona a contratação, por parte da Câmara e Pre­feitura de Formosa, de serviço de contabilidade por meio de declaração de inexigibilidade de licitação. Segundo o promotor, o prefeito não instituiu no quadro permanente de pessoal os cargos de procurador jurídico e de contabilista e esses serviços têm sido prestados por escritórios contratados diretamente. Sem licitação, a prefeitura firmou contrato com a JVS Assessoria Con­tábil, de Rio Verde, no valor de R$ 249.600,00. De acordo com a ação, a Câmara também contratou irregu­larmente, por meio de dispensa de licitação, empresas para a realização de serviços jurídicos e contábeis.
Jornal Opção

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