Entorno do DF: Carro de ex-superintendente da PF é encontrado em Goiânia.

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Um frentista de Goiânia encontrou na manhã de ontem a caminhonete do ex-superintendente da Polícia Federal na Bahia Hélio Romão Damaso, 75 anos. O delegado aposentado é morador da Asa Sul e está desaparecido desde o último domingo, segundo informações da PF e da Secretaria de Segurança Pública do DF. A Toyota Hilux estava estacionada em frente a um posto de combustíveis, localizado na Avenida Assis Chateaubriand, esquina com a Rua 3, no Setor Oeste. De acordo com policiais militares goianos, dois homens desceram do veículo e deixaram a chave na ignição, o que chamou a atenção do funcionário do estabelecimento. Investigadores do Distrito Federal periciaram o carro e teriam encontrado vestígios de sangue, segundo a PM goiana.

De acordo com o comandante de policiamento do 1º Batalhão de Polícia Militar de Goiânia, tenente Valterci José Alves, o funcionário do posto de combustíveis acionou a polícia, por volta das 7h, ao notar a presença de dois homens suspeitos próximos ao carro. Mas quando os PMs chegaram ao local, a dupla fugiu e abandonou a Hilux, placa NKX-9339, de Rio Verde (GO). “Os militares pesquisaram no sistema e viram que o carro era produto de furto ou roubo. O veículo ia ser levado para a delegacia da região, mas fomos informados que agentes do DF fariam a perícia. Então, nem o removemos do local”, explicou o tenente.

Segundo o comandante, os investigadores do DF periciaram a Hilux e a trouxeram para Brasília. “Eles (os peritos) teriam encontrado vestígios de sangue nos bancos, na porta e no volante do carro”, contou o comandante Valterci. Até o fim da noite de ontem, a dupla que estava com o veículo do delegado não havia sido localizada.

Também delegado da Polícia Federal, o secretário de segurança do Distrito Federal, Sandro Avelar, informou que conhecia o ex-superintendente da PF, mas não chegou a trabalhar com ele. Avelar disse que equipes da Polícia Civil do DF trabalham desde o dia do sumiço, no último domingo, para encontrar Hélio Damaso e os suspeitos. Por motivos estratégicos, a polícia de Brasília não quis adiantar as linhas de investigação do caso.

 
Fonte: Correio Web

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