Entrega do Trecho 1 do Sol Nascente está prevista para julho de 2017, garante GDF

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[Agência Brasília] A estiagem dos últimos meses
ajudou a acelerar o ritmo das obras no Sol Nascente, em Ceilândia. A
previsão da Secretaria de Infraestrutura
e Serviços Públicos é
de que esteja tudo finalizado em julho de 2017, próximo período de seca na
capital. Nesta sexta-feira (2), o governador
de Brasília, Rodrigo Rollemberg, acompanhou as intervenções. “Tivemos a
oportunidade de reunir unidades do governo para monitorar as obras e
constatamos que avançamos bastante na pavimentação e até meados do ano que vem
o trecho um terá rede de esgoto e de galerias pluviais, além de pavimentação”,
disse. “No Trecho 2, teremos que retirar duas chácaras para construir duas
bacias de drenagem e encaminhar projetos para o Ibram para construir casas para
4 mil moradores [nas quadras 105 e 209] e, no Trecho 3, devemos levantar as
pendências para tirar o licenciamento ambiental”, afirmou o governador
Rollemberg durante a visita.

As obras de urbanização no
Setor Sol Nascente incluem serviços de drenagem e de pavimentação e
beneficiarão mais de 100 mil pessoas. Ao todo, serão investidos cerca de R$ 188
milhões, recursos da Caixa Econômica Federal (95%) com contrapartida do Governo
de Brasília (5%). As benfeitorias fazem parte do plano de obras do governo, divulgado no segundo semestre
do ano passado. O assunto é tratado no Instituto Brasília Ambiental
(Ibram).

Balanço de como estão as obras

Dividido em três trechos, o
Sol Nascente passa por serviços de drenagem e pavimentação desde
fevereiro de 2015. No Trecho 1, o primeiro a ser entregue, o investimento é de R$
41,5 milhões. São seis bacias de drenagem, das quais três estão com 60% da obra
executada e uma, 90%. Vinte e cinco quilômetros e duzentos metros de rede de
drenagem – com cinco lagoas de retenção – e 304,9 mil metros quadrados de
pavimentação (ou 44 quilômetros de vias) completam o projeto.

O Trecho 2 custará R$ 79,7
milhões. Os serviços de drenagem estão em andamento e já foram executados 8% do
total da demanda. A pavimentação só poderá ser executada após a implantação da
rede de esgoto sanitário. A previsão é que sejam feitos 30,3 quilômetros de
redes de drenagem, com três lagoas de retenção e 493,5 mil metros quadrados de
pavimentação – cerca de 70 quilômetros de vias.

Já o Trecho 3 tem custo
previsto de R$ 66,3 milhões. O valor equivale a três bacias de drenagem, 21,3
quilômetros de rede de drenagem, com três lagoas de retenção, e 450,5 mil
metros quadrados de pavimentação. Para começar as obras, porém, é preciso
licenciamento ambiental.

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