Entrevista com Chico Vigilante.

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Por que o senhor quis ser distrital mais uma vez?
Chico Vigilante – Ser deputado distrital é uma maneira de estar perto da comunidade e de fazer alguma coisa pelo bem estar da população de Brasília.
Mas o que o senhor acha de um deputado distrital custar, ao longo do mandato, a bagatela de R$ 12,4 milhões aos cofres públicos?
Vigilante – Acho muito. Exatamente por isso tenha a proposta de fazer um corte linear de 30% nas despesas da Câmara Legislativa. Será um enxugamento geral, em que se reduzirá salário, despesas, benefícios, verbas extras. Com o corte, poderemos fazer uma economia de R$ 54 milhões por ano.
No entanto, a população tem de compreender também que os distritais não estão no mandato pelo salário. Há parlamentares que vêem na Câmara uma forma de ajudar a população. E há outros que já têm tanto dinheiro que o salário de deputado não chega a fazer diferença…
Além do corte de gastos da Casa, há algum outro projeto que o senhor vá defender já neste início de mandato?
Vigilante – Estou reabilitando todo o pacote de propostas que apresentamos à época da CPI dos Combustíveis (da qual o distrital foi relator) e que não foram apreciadas na Casa. Entre elas estão a que libera a instalação de postos de gasolina em supermercados, como forma de incentivar a concorrência e baixar os preços; o projeto que cancela o cadastro dos postos de combustíveis que vender gasolina adulterada e o que proíbe o descarregamento de combustíveis à noite, horário em que costuma haver a adulteração.
Entrevista concedida ao Blog da Paola.

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