Ex-administradores de Águas Claras e Taguatinga ainda são investigados

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Operação na Administração de Taguatinga: pelo menos seis grandes empreendimentos teriam sido beneficiados (Ed Alves/CB/D.A Press - 7/11/13)
Operação na Administração de Taguatinga: pelo menos seis grandes empreendimentos teriam sido beneficiados

Apesar de estarem livres, os dois ex-administradores de Águas Claras e Taguatinga continuam sendo investigados pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do DF. Carlos Sidney Oliveira e Carlos Alberto Jales são suspeitos de irregularidades na concessão de alvarás de construção nas duas regiões. Os ex-gestores, soltos há cinco dias, teriam recebido propina e negociado favores políticos para acelerar os processos envolvendo grandes empreendimentos, a pedido de empresários. Foram presos para prestar esclarecimentos, mas pouco acrescentaram. 

Beneficiado com prisão domiciliar, Carlos Sidney, ex-administrador de Águas Claras, cumpria a medida em um sítio da família, em Brazlândia. Antes, passou pelo Complexo Penitenciário da Papuda. Na última quarta-feira, a Polícia Civil enviou um ofício à Justiça informando que não havia mais custódia para o advogado e, com isso, Carlos Sidney não estava mais sob vigilância da escolta policial. No dia seguinte, o ex-administrador de Taguatinga Carlos Jales também conseguiu liberdade graças a um habeas corpus, segundo a polícia.

Antes de deixar o Departamento de Polícia Especializada (DPE), Jales passou por uma acareação, na semana passada. Durante as investigações, ele foi flagrado recebendo dinheiro de um empresário em um shopping de Águas Claras. Em seguida, de acordo com o relatório policial, dividiu a quantia com Carlos Sidney. Também foi flagrado em ligações com políticos e empresários. Com a negociação entre os ex-administradores e empresários, a construção de pelo menos seis grandes empreendimentos teria iniciado em até duas semanas, quando o processo normal pode demorar até um ano.
Informou o Correio Web

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