Fábrica Social do GDF qualificará e dará benefícios a centenas de brasilienses.

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O governo Agnelo Queiroz abrirá na semana que vem inscrições para o projeto Fábrica Social, exclusivas para participantes do DF sem Miséria, que poderão se qualificar profissionalmente, conseguir um emprego e –se cumprirem os compromissos definidos pela ação– receber um máximo de R$ 2 mil mensais.
“Dependendo do esforço de cada um, eles estarão aptos a operar máquinas (semelhantes às do Fábrica Social) e entrar no mercado de trabalho de Brasília, que é muito carente de mão de obra capacitada”, garantiu o diretor de Produção do Fábrica Social, Jonas Leite.

A iniciativa instruirá os selecionados a operar e fazer a manutenção dos equipamentos destinados à produção de itens esportivos, como bolas, redes (de vôlei, de tênis e para traves), jogos educativos e uniformes escolares.
Os interessados, que devem ser beneficiários do DF Sem Miséria, poderão ligar gratuitamente para o telefone 156, até 8 de maio, e nessa chamada informarão alguns dados pessoais.
Posteriormente, coordenadores da Fábrica Social farão um sorteio com as pessoas que realizaram o contato, e desse grupo sairão os primeiros 1.200 nomes que serão encaminhados ao Centro de Capacitação Profissional, localizado na Cidade do Automóvel.
Os sorteados serão informados do dia e hora em que terão de levar RG, CPF, foto 3×4, comprovante de residência (ou declaração de próprio punho sobre o endereço), além do número da identidade social, fornecido pelo Sistema de Cadastro Único da Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda (CadÚnico).
Para idosos, pessoas com deficiências e adolescentes em conflito com a lei (entre 14 e 18 anos de idade incompletos, que já cumpriram medida socioeducativa ou que estejam em regime semiaberto ou aberto) serão reservadas 180 vagas, 60 para cada um desses três grupos.
“O foco nesse trabalho não são os materiais produzidos, mas sim as pessoas. Queremos capacitá-las, valorizar cada indivíduo e combater as desigualdades sociais no DF”, disse o gerente do Fábrica Social, Marcos Roberto dos Santos.
PRAZOS – O primeiro ciclo de capacitação durará 2 anos, e a expectativa é que sejam fabricados mais de 3 milhões de produtos, que serão doados a escolas públicas ou outros órgãos do GDF e entidades filantrópicas.
Se durante essa preparação alunos a deixarem sem concluí-la, serão substituídos por selecionados que não preencheram, num primeiro momento, as 12 centenas de vagas, segundo informaram representantes da Fábrica.
ENTRAVES – Na semana passada, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) liberou, por 3 votos a 1, o andamento das licitações para a compra de materiais e equipamentos do projeto, paradas há pouco mais de um mês.
“A partir de agora, podemos dar andamento a essa iniciativa pioneira no Brasil, que pretende promover a cidadania nas comunidades mais carentes”, comemorou o coordenador do projeto, Gerêncio de Bem, que acrescentou que o investimento inicial do GDF chegará a R$ 4 milhões para aquisição das máquinas.
PORTAS ABERTAS – O Fábrica Social foi inspirado no projeto Pintando a Liberdade, criado por Agnelo Queiroz quando era ministro do Esporte (2003-2006).
Rizolino Pereira, ex-presidiário, teve ganhos com a iniciativa do então ministro Agnelo e disse que o agora governador “mudou minha vida, porque eu entrei na vida do crime, por falta de opção, e hoje tenho um trabalho, graças a ele (Agnelo)”, contou o ex-detento, um dos mais de 12 mil que se beneficiaram com esse programa.

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