GDF anuncia processo de descentralização da saúde

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A
reestruturação da rede pública de saúde, publicada nesta sexta-feira (15), no
Diário Oficial do Distrito Federal, marca o início do processo de
descentralização da pasta na capital. O documento traz ainda, na Seção 2, a
nomeação dos novos superintendentes, dos diretores administrativos, dos
hospitais e de atenção primária. Os cargos cujos nomes não constam no
informativo permanecem inalterados até que aconteça a nomeação completa da nova
estrutura.

A
partir de agora, as 15 coordenações gerais de saúde subordinadas à pasta – que
incluem os centros de saúde, as Unidades de Pronto Atendimento (UPA), os
Centros de Apoio Psicossociais (CAPs) e demais unidades assistenciais e
administrativas – serão agrupadas em sete regiões de saúde (centro-sul,
centro-norte, oeste, sudoeste, norte, leste e sul). Elas serão comandadas por
um superintendente, que terá autonomia administrativo-financeira, de forma
gradativa.
As
mudanças mais substantivas na Saúde, no sentido da reestruturação, iniciaram
ainda em novembro. As áreas de atenção primária e especializada foram
reorganizadas, criando a Subsecretaria de Atenção Integral à Saúde. As
subpastas de Gestão Participativa e de Tecnologia da Informação passaram a
funcionar, respectivamente, como assessoria ligada ao gabinete do secretário.
Diretora
de desenvolvimento organizacional da Subsecretaria de Planejamento em Saúde,
Márcia Brumm afirmou que a meta principal desse novo modelo é proporcionar um
melhor atendimento ao cidadão do DF. “Nossa prioridade é modelar uma
estrutura, com unidades matriciais e padronizadas, que sustenta os processos
finalísticos”.
Após
assumir o cargo, todos passarão por capacitação para aprender a lidar com
indicadores e metas. A fiscalização ficará por conta da gestão central da
secretaria, que fará o acompanhamento de todas as superintendências. “Um
colegiado de gestão da secretaria acompanhará quadrimestralmente o desempenho
das regiões em conjunto com os colegiados, Conselho de Saúde do DF e conselhos
regionais”, destacou a subsecretária de Planejamento em Saúde, Leila
Gottems.
Nesse
processo, a secretaria continuará garantindo às regiões as condições
necessárias para o desenvolvimento das atividades. Dessa forma, a pasta deve
prover recursos humanos, materiais, infraestrutura física e tecnológica. O
órgão deve ainda desenvolver estratégias de incentivos institucionais,
monitorar e ser corresponsável pelos atos.​

Agência Brasília

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