GDF vai reformar calçadas que ligam hospital regional de Ceilândia a pontos de ônibus

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As calçadas que ligam dez hospitais regionais a paradas de transporte
público vão passar por obras para melhorar a acessibilidade. O projeto “Rotas
Acessíveis”, da Secretaria de Gestão do Território e Habitação, vai tornar as
calçadas contínuas, sinalizadas e sem obstáculos. A medida serve para garantir
a circulação segura de pedestres, em especial a de pessoas com deficiência.

A pasta tem R$ 3.775.351,66 destinados para esta etapa do projeto. Os
recursos, captados por meio da cobrança da Outorga Onerosa de Alteração de Uso
(Onalt), estão no Fundo de Desenvolvimento Urbano, da própria secretaria. Foram
contemplados os hospitais regionais de Guará, Samambaia, Brazlândia,
Sobradinho, Asa Norte, Planaltina, Paranoá, Santa Maria, Gama e Ceilândia. Ao
todo, serão aproximadamente 21 mil metros quadrados de rotas acessíveis. Ainda
não há data para lançamento do edital de licitação.

“O projeto Rotas Acessíveis irá ajudar o cadeirante, as pessoas que usam
muletas, os deficientes visuais e, claro, as pessoas sem necessidades
especiais”, explica o secretário de Gestão do Território e Habitação, Thiago de
Andrade.

Mudanças
Desde 2015, a Secretaria de Gestão do Território e Habitação faz
levantamento para constatar os locais prioritários para implantar rotas
acessíveis. Foram observadas falhas, como postes que impedem a livre circulação
perto de paradas de ônibus e pavimentos interrompidos em locais de entrada e
saída de veículos por exemplo.

Para conseguir priorizar o investimento, a secretaria separou o que é
responsabilidade do governo do que é função dos particulares, com base no
inciso I dos artigos 163 e 164 da Lei 2.105, de 8 de outubro de 1998. Optou-se por
concentrar o trabalho nos arredores de locais com grande aglomeração de pessoas.

Os hospitais regionais, que atendem mais de 1,8 milhão de usuários por
ano, foram tidos como os locais mais importantes. O projeto inclui alargamento
de calçadas, acessibilidade dos pontos da parada de ônibus, implantação de
mobiliários urbanos – bancos e lixeiras – e de sinalização tátil para
deficientes visuais, adaptações de acordo com a NBR 9050, da Associação Brasileira de Normas e Técnicas.
Após as unidades de saúde, o governo ainda pretende expandir a iniciativa para
terminais de ônibus, estações de metrô, escolas e outros pontos de aglomeração
de pessoas.

*Agência Brasília

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