Governo promete ampliar medidas emergenciais no Sol Nascente, em Ceilândia

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Em continuidade às ações para remediar os problemas dos moradores do Sol Nascente, em
Ceilândia
, provocados por fortes chuvas na quarta-feira (1º) e no
feriado de Finados, o governo de Brasília reuniu-se novamente no local na manhã
deste domingo (5).

No encontro do comitê de crise, os representantes dos órgãos envolvidos na
recuperação dos estragos causados pelo temporal definiram medidas a serem
tomadas imediatamente, além das que já haviam sido determinadas na sexta-feira
(3).

Uma delas, a sinalização de
pontos mais críticos, contará com o apoio do Departamento de Trânsito do
Distrito Federal (Detran-DF). Na reunião de hoje, ficou determinado que a
autarquia vai sinalizar a via atrás da Feira do Produtor, onde os carros
conseguem passar mas há muitos buracos.
O secretário das Cidades,
Marcos Dantas, explicou que ontem (4) não foi possível trabalhar na região porque
o solo ainda estava úmido, o que impediu a presença das máquinas. Mesmo assim,
o comitê monitorou a região 24 horas por dia, remotamente e com a presença de
servidores da Defesa Civil.

Comitê de crise é formado por
13 órgãos

O comitê de crise criado pelo
governo de Brasília para mitigar os estragos no Sol Nascente e garantir a
continuidade das obras tem plantão remoto de 24 horas e é formado por 13
órgãos. São eles:

  • Administração Regional de
    Ceilândia
  • Companhia de Saneamento
    Ambiental do DF (Caesb)
  • Corpo de Bombeiros Militar
  • Companhia Energética de
    Brasília (CEB)
  • Companhia Urbanizadora da Nova
    Capital do Brasil (Novacap)
  • Companhia de Desenvolvimento
    Habitacional do DF (Codhab)
  • Defesa Civil
  • Polícia Militar
  • Secretaria das Cidades
  • Secretaria de Projetos
    Estratégicos
  • Secretaria de Infraestrutura e
    Serviços Públicos
  • Secretaria do Trabalho,
    Desenvolvimento Social, Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos
  • Serviço de Limpeza Urbana
    (SLU)


O Sol Nascente passa por amplo
processo de urbanização. Desde 2015, o condomínio recebe asfalto, redes de
águas pluviais e equipamentos públicos diversos. Segundo a Secretaria de
Infraestrutura, cerca de 95 mil moradores serão beneficiados.

No Trecho 1, as obras de
infraestrutura englobam 25,2 quilômetros de redes de drenagem; cinco lagoas de
detenção; e a pavimentação de 304,9 mil metros quadrados de vias, de 7 metros
de largura, o equivalente a 44 quilômetros.

As intervenções no Trecho 2
compreendem a execução de 30,3 quilômetros de redes de drenagem, a construção
de três lagoas de retenção, além da pavimentação de 493,5 mil metros quadrados
de vias, o equivalente a 70 quilômetros de vias de 7 metros de largura.

No Trecho 3, o contrato prevê
21,3 quilômetros de redes de drenagem, três lagoas de retenção e 450,5 mil
metros quadrados de pavimentação.

No total, são investidos R$
220,3 milhões em benfeitorias no setor habitacional. Os recursos são
originários da Caixa Econômica Federal (75%), com contrapartida do governo de
Brasília (25%).

Fonte: Agência Brasília

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