Grávida reclama que não consegue doar cordão umbilical para o banco de células-tronco, procedimento deveria ser feito em Ceilândia.

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A administradora Daniela Oliveira, grávida de oito meses, enfrenta dificuldades para doar o cordão umbilical para o banco de células-tronco do Distrito Federal.
O órgão é uma importante fonte das células, que podem auxiliar pacientes no transplante de medula óssea e no tratamento de diversas doenças, como a leucemia.  

A gestante entrou em contato com hospitais públicos do Distrito Federal, que coletam o cordão umbilical, mas não obteve informações sobre o procedimento de doação.   
— Eu liguei no Hemocentro e a pessoa que me atendeu não soube me informar direito. Procurei o Hospital de Base, elas também não se interessaram muito. O meu parto provavelmente será em um hospital da rede particular e lá eles não colhem porque não têm estrutura.  
Desde 2012, o Hemocentro DF faz a coleta do cordão umbilical. O procedimento é feito no Hospital de Ceilândia, unidade de saúde com o maior número de atendimento de gestantes e realização de partos do Distrito Federal. A presidente do Hemocentro, Beatriz Mac Dowell Soares, afirma que a coleta atual atinge a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, de 32 bolsas de cordão por mês.  
— Nós não temos alcance ainda para outras maternidades. Estamos expandido agora para uma segunda maternidade e, para o setor privado, nós não temos nem previsão, nem intenção de alcançar porque os números da rede publica, tranquilamente, faz com que possamos alcançar a meta.    
R7

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