Infraestrutura do carnaval do DF em ritmo acelerado na Ceilândia.

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Quem passa pelas imediações da fundação Bradesco, em Ceilândia, já pode sentir o ritmo acelerado dos operários que montam a infraestrutura que irá abrigar os desfiles das escolas de samba do carnaval do Distrito Federal.  O local do evento é bem estratégico o que facilita o acesso de quem chega à cidade por meio de carro particular, metrô ou ônibus coletivo, pois toda a infraestrutura fica as margens de artérias viárias que permitem o acesso de quem vem de Águas Lindas, Samambaia, Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras, Riacho Fundo, Recanto das Emas e muitas outras cidades, o ponto da folia é convergência do fluxo viário das avenidas Hélio Prates e via fundação Bradesco importantes canais de acesso a BR 070 e 060.

Quanto ao movimento nos barracões, na sede da Águia Imperial, escola da cidade, o ritmo é frenético para fazer bonito no ceilambódromo.   

Quando se fala dos críticos no que tange aos investimentos no carnaval o presidente da Associação Comercial de Ceilândia(ACIC), Clemilton Saraiva, destaca que o carnaval na cidade nos seus quatros principais dias mobiliza um público de 200 mil pessoas e que se fizer um conta rápida e considerando que cada folião gaste R$ 25,00 só ai já são 5 milhões que movimentam a economia local, gerando emprego e renda temporária.
Segundo Saraiva, a luta agora é tornar real e definitiva a construção do festódromo, arena multiuso, projeto de Oscar Niemeyer, às margens da via de ligação Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, próximo a estação metropolitano do metrô-DF, espaço que abrigará não só o carnaval, mas festas como o são João do cerrado, festival nacional de quadrilhas juninas, shows artísticos diversos e logística para abrigar as escolas de samba.
Para o dirigente da ACIC, construir infraestrutura para o carnaval no plano piloto, como defendem alguns descontes,  é condená-la  sempre “as moscas”, é investir em um espaço que irá fazer concorrência para realização de eventos, com o estádio novo(uma arena de eventos) e o ginásio Nilson Nelson. Continua Clemilton Saraiva, dotar a região que concentra mais de 70% da população do DF (Taguatinga, Samambaia, Ceilândia, Vicente Pires, Águas Claras, Riacho Fundo e Recanto das Emas) de um festódromo é possibilitar a população daquela região o acesso a cultura.      
O dirigente assegura que a  vocação do carnaval no plano piloto é  blocos de rua e que mesmo assim, a população não tolera quando ele é realizado nas entrequadras.  Por fim, Clemilton Saraiva, alfineta, dizem que Ceilândia é uma cidade violenta, os registros de ocorrências policiais nos últimos cincos anos demonstram o contrário, foi de quase zero, o que não se pode dizer do que aconteceu no plano piloto nas  últimas festas de momo.   
Associação Comercial de Ceilândia – ACIC

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