Intervenção no Grupo Amaral vira pretexto para negociatas

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Foto: Arquivo Notibras

O engenheiro José Weber Arnault, que atuou no processo de intervenção do governo nas empresas de transporte do Grupo Amaral, disse em depoimento ao Ministério Público nesta segunda-feira (4) que presenciou casos de suposto superfaturamento na compra de peças e serviços.



Weber prestava consultoria à Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB), empresa pública encarregada de reformar e colocar os ônibus do grupo em operação. Ele entregou ao promotor de Justiça Alexandre Sales de Paula e Souza computador utilizado durante os oito meses em que trabalhou prestando consultoria ao governo.

O presidente da TCB, Carlos Alberto Kock, negou todas as denúncias. Koch afirmou que entrou com uma queixa contra Weber na 2º Delegacia de Polícia do DF por suposta tentativa de extorsão de fornecedores. “Eu não tinha conhecimento do caráter do Weber e por isso o contratei. Depois as histórias foram surgindo”, disse.

Ao MP, Weber disse que a TCB comprou peças em excesso, equipamentos que não servem para ônibus e pagou mais de R$ 1 mil por dia para serviço de guincho – valor, segundo ele, muito acima do mercado. Em fevereiro, o GDF assumiu o controle de três empresas do Grupo Amaral por causa de falhas na prestação do serviço. Weber foi contratado no dia 25 de fevereiro para prestar orientação técnica à TCB. De acordo com Carlos Kock, o governo gastou entre R$ 50 milhões e 55 milhões na intervenção.
Informou o Notibrás

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