Israel Batista com pose de justiceiro.

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Tem muito distrital querendo cozinhar em fogo lento o colega Israel Batista, secretário da Mesa Diretora. Não por ele ter votado solitariamente pela abertura imediata de processo contra Aylton Gomes e Rôney Nemer, mas por ter ignorado o entendimento de se tomar uma decisão conjunta. Os distritais acham que, mesmo com uma posição já definida, favorável à abertura de todos os processos, Israel preferiu jogar para a plateia. “Pensando na reeleição, ele quis posar de justiceiro, expondo os demais”, resumiu um integrante da Mesa Diretora.
Risco de quebrar acordo
Pior ainda, a posição de Israel Batista fez até o presidente da Câmara, Wasny de Roure, balançar. Embora tivesse concordado com a decisão conjunta, centrada no efeito suspensivo conferido pelo Tribunal de Justiça a Aylton e Rôney, Wasny deu sinais de que poderia rever sua postura. Só com os argumentos dos demais concordou com a espera.
Por Eduardo Brito / Jornal de Brasília

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