Levantamento retrata a precária infraestrutura no Condomínio Sol Nascente em Ceilândia.

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 (Estudo encomendado pela Sedhab)


Montanhas de lixo pelas ruas, esgoto a céu aberto e gambiarras por todos os lados compõem a paisagem do Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia. Sem serviços públicos eficientes, o dia a dia dos 61 mil habitantes se torna ainda mais difícil. A desorganização dos endereços dificulta a entrega de correspondências. Atualmente, os Correios só conseguem cobrir 13% dos domicílios, e 87% dos habitantes são obrigados a buscar as correspondências e as contas em associações de moradores.


Montanhas de lixo pelas ruas, esgoto a céu aberto e gambiarras por todos os lados compõem a paisagem do Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia (Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press)
Montanhas de lixo pelas ruas, esgoto a céu aberto e gambiarras por todos os lados compõem a paisagem do Condomínio Sol Nascente, em Ceilândia



O estudo encomendado pela Secretaria de Habitação, Regularização e Desenvolvimento Urbano (Sedhab) dá uma dimensão dos obstáculos na favela (veja gráficos). Os moradores responsabilizam o sistema de coleta pela sujeira generalizada. O governo rebate e destaca a necessidade de a comunidade colaborar, não despejando resíduos em pontos inapropriados. O fato é que apenas 33% das casas contam com coleta regular e, mesmo assim, os caminhões do Serviço de Limpeza Urbano (SLU) não passam na porta. Ou seja, os moradores precisam percorrer alguns metros para garantir que o lixo seja levado.

Informações do Correio Web

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