Luziânia: Marcelo Melo desiste, Cristóvão comemora

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O peemedebista Marcelo Melo prefere continuar na diretoria da Conab. O deputado Cristóvão Tormin pavimenta cada vez mais sua candidatura
Jornal Opção – O anúncio da desistência do pré-candidato a prefeito Marcelo Melo (PM­DB) pegou muitas lideranças regionais e até do partido de sur­presa. Marcelo anunciou ao seu grupo no início da semana pas­sada, que jogava a toalha. Es­peculações dão conta de que a possível aliança com PSDB foi a gota d’água. “Tanto o PMDB quanto os tucanos não viam esta parceria entre Célio Silveira e Marcelo Melo com bons olhos”, confidenciou uma fonte que segue os passos de Marcelo.

De fato, após a passagem do governador Marconi Perillo por Luziânia, há 15 dias, quando o governador descartou qualquer aliança com os possíveis adversários do PSDB em 2014, Marcelo recolheu a bandeira. Célio já havia conversado com o presidente regional do PSB, José Batista Júnior, para formarem um bloco de oposição ao líder das pesquisas, deputado Cristóvão Tormin (PSD). Se concretizasse esta aliança, PSDB, PMDB e PSB poderiam aglutinar forças atraindo mais lideranças partidárias e esvaziando a pré-candidatura de Cristóvão. De acordo com uma fonte, dois fatores desanimaram Marcelo: a recusa do PSDB, não pelo nome de Marcelo, considerado uma grande liderança na região, mas pelo fato de ser ele peemedebista, e os baixos índices de aprovação. Diante deste quadro adverso, Marcelo preferiu continuar à frente de uma diretoria da Conab, em Brasília.
Outra especulação é que Marcelo também ficou desconfiado após o discurso de Célio jurando fidelidade ao PSDB. “Os aliados de Marcelo pressionaram para que ele desistisse antes que os tucanos isolassem sua candidatura”, revela a fonte ouvida pelo Jornal Opção. A manobra seria uma estratégia de Célio para forçar a desistência do PT no apoio a Cristóvão. De fato, Célio já havia “canibalizado” 20% do diretório do PT em Luziânia, oferecendo cargos e outras benesses. A intervenção firme do presidente da legenda municipal, Didi Viana, com o aval do deputado federal Rubens Otoni, deteve esta “sangria”.
Do lado do PSB, José Batista Friboi teria ensaiado lançar o nome do empresário e presidente do partido em Luziânia, Nélio Freitas, para criar uma terceira via, mas teria desistido por conta do tempo e a debandada de lideranças. Mesmo assim, ainda tem um bloco desgarrado da polarização PSDB-PSD. Trata-se do PDT e PCdoB, legendas que sonham em ter uma terceira via para embarcar.
O PCdoB foi anabolizado com dissidentes do PT e do PDT como Boaz de Albuquerque e Mardônio Florêntino. Eles acreditam que podem sair do limbo político, pois conseguiram formar uma boa chapa de vereadores. Agora é saber que caminho tomar: se seguem Marcelo ou procuram uma terceira via.

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